As Euribor conservaram na sessão de hoje os valores de ontem, excepto no prazo a nove meses que a taxa interbancária avançou 0,1 pontos base para 1,077%.
No curto prazo, o indexante a três meses manteve-se nos 0,657%, e a taxa interbancária a seis meses conservou os 0,930%, um mínimo histórico desde a criação do indexante.
No longo prazo, a Euribor a doze meses manteve-se em 1,214%.
O ambiente de incerteza aponta o Banco Central Europeu (BCE) como o “bombeiro” que poderá solucionar, no curto prazo, a crise da dívida na Europa.
As descidas das Euribor, uma tendência geral que se tem verificado desde Dezembro, ocorrem na sequência da manutenção da taxa de juro de referência da Zona Euro no mínimo histórico de 1%.
No início do mês, a autoridade monetária liderada por Mario Draghi decidiu manter essa taxa mas vários elementos da autoridade monetária manifestaram preferência em descer os juros, dada a difícil situação que se sente na região.
Ao mesmo tempo, o BCE decidiu manter as operações de financiamento ilimitado à banca até ao final do ano, com empréstimos a uma semana, um mês e três meses mas sem espaço para novas operações a três anos - que desencadearam, a par da manutenção da taxa de juro no mínimo histórico, as quedas das Euribor.
jn


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