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Tópico: Aquecer a casa - Descubra a solução mais barata

  1. #1
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    Padrão Aquecer a casa - Descubra a solução mais barata



    Aquecer a casa

    Descubra a solução mais barata


    Com a chegada do Inverno, as casas arrefecem e não há mantas ou cobertores que façam frente aos meses do frio. Inevitavelmente, a factura da energia sobe. A questão do aquecimento certo passa pela cabeça de qualquer família: "será que estou...


    Saiba como evitar facturas de Inverno elevadas e qual a opção mais eficiente e ecológica para aquecer a sua casa



    Com a chegada do Inverno, as casas arrefecem e não há mantas ou cobertores que façam frente aos meses do frio. Inevitavelmente, a factura da energia sobe. A questão do aquecimento certo passa pela cabeça de qualquer família: "será que estou a optar pela forma mais eficiente de aquecer a minha casa?".

    Para tentar responder a essa questão, o Negócios pediu à Home Energy, empresa do Grupo Martifer especializada em soluções de eficiência energética, que simulasse o custo do aquecimento para três tipologias de habitação diferentes: um apartamento T1 com 80 m2, um apartamento T3, com 150 m2 e uma moradia que ronda os 200 m2.

    O ar condicionado é sempre a solução mais económica e menos poluente, embora o nível de conforto seja inferior e os custos de instalação elevados (ver simulação na página ao lado).

    "A solução mais equilibrada é a do sistema centralizado com caldeira mural a gás natural e radiadores a água, por apresentar uma boa relação custo de utilização/custo de implementação, por proporcionar bons níveis de conforto térmico e bom desempenho ambiental", explica Selwin Wever, director de certificação da Home Energy.

    Mas há formas mais baratas de contribuir para o conforto térmico da habitação. Marco Correia, técnico de certificação e registo da ADENE - Agência para a Energia, explica que uma das formas mais eficientes para aquecer casas é o recurso à captação da radiação solar, abrindo estores ou cortinas. Desta forma, os raios solares incidem sobre paredes ou pavimentos interiores do edifício, para posterior libertação.

    Para evitar desperdícios de energia, isole as caixas dos estores e vede portas e janelas que estejam em contacto com o exterior e espaços não aquecidos.

    Marco Correia considera que os sistemas de aquecimento mais eficientes são os equipamentos de ar condicionado com classe energética A, que disponham de modo reversível de funcionamento (bomba de calor). Estes permitem "o aquecimento ambiente bem como o aquecimento central, recorrendo a caldeiras de elevado rendimento, com tecnologia de condensação".

    Para Filipa Alves, técnica do projecto EcoCasa, levado a cabo pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, a construção é o elemento mais importante no aquecimento de uma casa. "Não só pelos materiais e soluções construtivas utilizadas, mas também pelo seu correcto planeamento e integração no espaço em que vai ser implementada, sendo a orientação solar uma das componentes fundamentais", explica. Com o planeamento certo e uma correcta construção da habitação, reduzem-se as necessidades de aquecimento. Quando as recomendações de manutenção não são cumpridas, há um maior consumo dos equipamentos.

    "Normalmente, as pessoas não possuem conhecimentos suficientes para saberem optar pelos sistemas mais eficientes", comenta João de Jesus Ferreira, sócio fundador da empresa Jesus Ferreira Consultores - Energy Consulting. A maioria dos apartamentos são vendidos com sistemas de aquecimento instalados ou pré-instalados, que não dão grandes alternativas aos compradores. "Os empreiteiros deverão procurar instalar os sistemas mais eficientes, o que se tornará quase obrigatório, se quiserem vender habitações com boas classes energéticas", explica.

    Os custos energéticos de uma habitação passam, sobretudo, pelo aquecimento, arrefecimento e pelas águas quentes sanitárias. Por isso, é nestes consumos que se deve economizar a energia.

    "Numa casa já construída e em utilização normal é muito difícil implementar medidas de melhoria com viabilidade económica razoável", diz Jesus Ferreira. O comportamento dos moradores é que tem de se adaptar.

    Para Nuno Sequeira, director-geral da Solzaima, empresa que fabrica soluções de aquecimento a biomassa, a salamandra é a solução ideal para um casal que viva num T1. Num T3 para 4 pessoas, aconselha um recuperador a ar, cujos volumes de aquecimento podem chegar aos 573 m3 e o valor de compra não deverá exceder os 2.200 euros.

    Se a família do mesmo T3 quisesse optar pelo aquecimento central a água, poderia escolher um modelo que fica interligado com o aquecimento central a gás. Assim, sempre que liga o recuperador na sala, desliga o contador do gás e poupa na sua facturação, mantendo a casa aquecida. Sequeira explica que estes têm uma câmara de água que aquece com o fogo, circulando pelos radiadores de aquecimento central da casa. "Neste caso, a instalação será mais complicada do que as anteriores, porque há que interligar o equipamento com os radiadores de aquecimento central. Um equipamento destes poderá custar cerca de mil euros e uma instalação nova poderá rondar os 6 mil euros, se ainda não possuir pré-instalação em casa", explica.

    Na opinião de Nuno Sequeira este tipo de solução também é ideal para uma moradia com 5 pessoas, sobretudo se for nova e tiver painéis solares que aquecem a água da casa. Assim, pode ter um recuperador de aquecimento central a água que apoie as águas sanitárias nos dias de Inverno. "Esta solução é perfeitamente complementar, uma vez que os painéis solares funcionam de dia e de Verão para o aquecimento das águas sanitárias e o recuperador de aquecimento central funciona bem de noite e de Inverno", explica Nuno Sequeira.






    Saiba como poupar no aquecimento

    Dez dicas para reduzir a factura energética do seu lar


    1. Feche bem portas e janelas

    Evite a abertura de portas ou janelas para o exterior ou para divisões não aquecidas. Não aqueça áreas que não estejam ocupadas permanentemente. Maximize a entrada de luz solar, levantando estores e abrindo cortinados.

    2. Isole as paredes

    Instale um bom isolamento nas paredes, através da utilização de placas de lã mineral ou poliestireno. Coloque vidros duplos e reduza em 10% as necessidades de climatização. Se não for possível, coloque portadas ou estores exteriores.

    3. Adapte... a si e à sua casa

    Se vestir roupa adequada à estação do ano, reduz a necessidade de aquecer a casa. Se tiver chão de madeira ou de mosaico, coloque carpetes para manter os seus pés quentes.

    4. Escolha a potência certa

    Antes de comprar um aparelho de climatização, isole a sua casa convenientemente e opte pelo equipamento que tenha a potência adequada.

    5. Regule a temperatura

    A temperatura deve estar situada em torno dos 20ºC. Baixe ou desligue o sistema de aquecimento no período nocturno. Por cada grau adicional, é consumida entre 7% a 10% da energia total necessária para aquecer toda a casa.

    6. Programe quando quer ter a casa quente

    Os termóstatos programáveis permitem o controlo do funcionamento do sistema, com base na temperatura da divisão onde estão instalados, e a programação dos períodos em que devem funcionar.

    7. Instale válvulas termostáticas nos radiadores

    A sua instalação permite ajustar com precisão a temperatura em cada divisão, regulando o caudal de água quente necessário, com base na temperatura seleccionada.

    8. Ar condicionado que aquece e arrefece

    Para o aquecimento central, as escolhas económicas da Deco Proteste, no artigo "Poupar energia em toda a casa" são as caldeiras a gás natural ou o ar condicionado central. Para a publicação, o ar condicionado é preferível aos radiadores eléctricos.

    9. Preferência pela biomassa

    A biomasssa pressupões o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos provenientes da limpeza das florestas, da agricultura e outros). Quando este tipo de matéria é utilizada em sistemas de aquecimento, representa vantagens económicas e ambientais, segundo o Guia de Eficiência Energética da ECO EDP.

    10. Afine o seu aquecimento

    Inspeccione o seu sistema de aquecimento regularmente, sobretudo se for de gás natural. Se tiver sistemas de ar condicionado limpe ou substitua os filtros periodicamente. A sujidade acumulada dificulta a passagem do ar, forçando o sistema, o que desgasta o equipamento e provoca um aumento do consumo de energia.

    Fonte: ADENE, ECO EDP, Deco Proteste e Portal de Energias Alternativas.


    Soluções à medida da sua família

    Ar condicionano é o mais barato e ecológico

    O Negócios pediu à Home Energy que simulasse a facturação mensal de três famílias, consoante a opção de aquecimento central seleccionada.

    A primeira é um casal que vive num apartamento T1 com cerca de 80 m2, inserido num piso intermédio de um edifício multifamiliar, com uma frente. A família B é composta por um casal e duas crianças, que habitam num apartamento T3, com cerca de 150 m2, também inserido num piso intermédio de um prédio, com duas frentes. A última é composta por 5 elementos, mora numa moradia T4, com 200 m2 e tem 3 frentes. Todas moram em Lisboa e as suas casas têm soluções construtivas correntes (paredes exteriores de alvenaria dupla, com isolamento térmico, vidros duplos e protecções solares móveis).

    A solução mais económica é a instalação de sistema de ar condicionado multi-split (bomba de calor). Contudo, o seu custo de implementação é mais gravoso e o nível de conforto é inferior.

    Aos custos mensais deve acrescer o valor que pode ter de pagar para contratar uma potência superior (entre 5 a 10 euros por mês). Os custos de implementação dos acumuladores de calor eléctricos são inferiores, mas a sua factura mensal deverá ser superior às restantes, pois funcionam, habitualmente, também em horas fora de vazio, e implicam potências contratadas superiores (acréscimos de custos até 15 euros por mês). É a pior solução do ponto de vista ambiental, mas é vantajosa no que toca a conforto e facilidade de instalação.

    "A solução mais equilibrada é a do sistema centralizado com caldeira mural a gás natural e radiadores a água, por apresentar uma boa relação custo de utilização/custo de implementação, por proporcionar bons níveis de conforto térmico e bom desempenho ambiental", explica Selwin Wever, director de certificação do Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios da Home Energy.



    Notas: O custo do kWh utilizado foi de 0,07 euros para o gás natural; 0,1211 euros para a electricidade em horas fora de vazio e de 0,063 euros para electricidade em horas de vazio ou preço fixo. Foi considerada uma climatização 100% activa e os preços utilizados para equipamentos e instalações são de tabela (campanhas específicas podem proporcionar preços inferiores aos apresentados). Já existe pré-instalação dos sistemas de aquecimento e a zona onde se localiza o edifício é abastecida por gás natural canalizado.

    No sistema centralizado com caldeira, admite-se que esta é mural estanque, com 23,3 kW de potência térmica, a funcionar a gás natural e radiadores a água instalados em todas as principais divisões da habitação. No aquecimento por acumuladores térmicos de energia, considera-se que estes são estáticos (não ventilados mecanicamente), instalados nas divisões principais da casa, que consomem 75% da energia em horas de vazio.

    Para o sistema de ar condicionado, foi considerada uma solução de Multi-split reversível tipo inverter com classe energética A e unidades interiores tipo murais instaladas nas principais divisões da casa.

    Glossário
    (1) kW - Quilowatt corresponde a mil watts e é uma unidade de potência.
    (2) Eficiência (ç) - Relação entre a energia térmica produzida pelo equipamento e a energia consumida. Uma resistência eléctrica consome sensivelmente a mesma energia que produz termicamente. Um sistema de ar condicionado inverter, como o proposto, consome apenas sensivelmente 25% da energia térmica produzida.
    (3) kWh - Quilowatt-hora equivale a mil Wh (watt-hora). Wh é a quantidade de energia utilizada para alimentar uma carga com potência de 1 watt pelo período de uma hora.
    (4) Nível de conforto térmico - ***** (cinco estrelas) = Muito Bom, * ( uma estrela) = Mau
    Fonte: Vera P. Coutinho, Selwin Wever - Home Energy




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  2. #2
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    Padrão 10 soluções para aquecer a casa, dez preços diferentes

    10 soluções para aquecer a casa, dez preços diferentes


    Utilizando uma caldeira de elevado rendimento, a água é aquecida e circula em circuito fechado nos radiadores que compõem o sistema. Pode programar o seu período de funcionamento. O gás natural permite reduzir os custos da potência contratada...


    1. Aquecimento a gás natural

    T1 80m2 €2.300
    T3 150m2 €3.700
    Moradia T4 200m2 €5.100
    Fonte: Gasfomento.

    Utilizando uma caldeira de elevado rendimento, a água é aquecida e circula em circuito fechado nos radiadores que compõem o sistema. Pode programar o seu período de funcionamento. O gás natural permite reduzir os custos da potência contratada, através da transferência de consumos. O Negócios contactou a Gasfomento, empresa que resulta do processo de reestruturação da antiga Gás de Portugal, para tentar saber quanto custaria a compra e instalação destas soluções. Para um T1, seriam precisos cerca de 2.300 euros. Num T3, seriam necessários mais 1.400 euros, e o orçamento para a moradia de 200 m2 ronda os 5.100 euros.


    2. Aquecimento a gasóleo

    T1 80m2 não aplicável
    T3 150m2 não aplicável
    Moradia T4 200m2 €6.120
    Fonte: Gasfomento

    Segundo a informação contida no sítio oficial da Galp Energia, o custo de utilização do gasóleo de aquecimento está mais ou menos em linha com o do Gás Natural, mas mais económica do que a electricidade. Pode consumi-lo em qualquer aparelho de queima, desde que devidamente adaptado. A maioria dos equipamentos recentes são adaptáveis a todos os combustíveis. De acordo com a informação prestada pela Gasfomento, este tipo de aquecimento só é aplicável no caso da moradia e custa, em média, mais 20% do que o preço estabelecido para o Gás Natural, ou seja, cerca de 6.120 euros (equipamento e instalação).


    3. Emissores térmicos

    T1 80m2 €1.585
    T3 150m2 €2.467
    Moradia T4 200m2 €3.090
    Fonte: Origufigure.

    Fazem parte do aquecimento central eléctrico, mas são emissores independentes e aquecem só os espaços que se pretende, evitando um gasto desnecessário. Não precisam de manutenção nem de obras, pois são de instalação simples e rápida. Não libertam odores, queimam ao toque, nem utilizam combustível. O Negócios pediu à Nortécnica que fizesse um orçamento para a aquisição e instalação destes equipamentos, mas até à hora de fecho desta edição não foi possível obter esta informação.


    4. Acumuladores de calor

    T1 80m2 €1.662
    T3 150m2 €2.550
    Moradia T4 200m2 €3.090
    Fonte: Origufigure.

    Os acumuladores são sistemas de aquecimento eléctrico por efeito de Joule (converte energia eléctrica em energia térmica), com blocos de cerâmica, nos quais existem resistências eléctricas. São concebidos para manterem um espaço a uma determinada temperatura constante, durante 24 horas, estando em carga apenas durante as horas de vazio (noite). A sua instalação torna-se vantajosa ao optar pela tarifa bi - horária, já que permite tirar partido do custo mais baixo da electricidade durante a noite. Os custos variam entre os 1.600 euros e os 3.00 euros, em função da tipologia da habitação.


    5. Ar condicionado

    T1 80m2 €3267
    T3 150m2 €5203
    Moradia T4 200m2 €7623
    Fonte: Alfaclima.

    Os equipamentos de ar condicionado absorvem a energia de um local e libertam-na noutro. Os sistemas nulti-split são compostos por diversas unidades interiores ligadas a uma só exterior. O sistema "inverter" tem um compressor com velocidade variável: varia a potência de acordo com as necessidades de climatização.

    O seu consumo é mais económico, porque ao atingir a temperatura desejada, o compressor trabalha a uma velocidade mais baixa e reduz o consumo em mais de 25%.

    O Negócios pediu à Alfaclima que indicasse o custo de equipamentos multi-split inverter, aparelhos murais e respectiva instalação. No T1, para a sala e um quarto, ficaria em 2.700 euros. No T3, para a sala e 3 quartos, ficaria a 4.300 euros. Na moradia, para a sala e 5 quartos, ficaria a 6.300 euros. A estes valores, acresce o IVA.


    6. Recuperadores de aquecimento central a água

    T1 80m2 não aconselhável
    T3 150m2 €7.000
    Moradia T4 200m2 €7.000
    Fonte: Solzaima

    Permitem o aquecimento central da habitação e complementam outros sistemas de aquecimento de águas da casa, como os painéis solares e as caldeiras a gasóleo. A poupança energética destes equipamentos permite pagá-los em cerca de 18 meses. Segundo as contas da Solzaima, poderão custar entre mil e 2 mil euros, dependendo da potência e do design do aparelho. As instalações em moradias dependem do tipo de interligações que o cliente quer.

    Uma instalação simples, com ligação aos radiadores, ronda os 6 mil euros. Uma mais complexa, com ligação aos painéis solares e à caldeira de gás natural, acresce mais 3 mil euros.


    7. Recuperadores a ar

    T1 80m2 não aconselhável
    T3 150m2 entre €850 e €2.200
    Moradia T4 200m2 não acons.
    Fonte: Solzaima

    Substituem a lareira, aumentam o seu rendimento e reduzem o consumo de lenha face à lareira convencional. A tradicional consome cerca de 12 kg de lenha por hora para aquecer uma sala com 35 m2, enquanto que este necessita apenas de 1,6 kg. De acordo com a Solzaima, se a casa e o orçamento forem modestos, um equipamento destes poderá custar cerca de 850 euros e a sua instalação 250 euros.


    8. Salamandras

    T1 80m2 entre €650 e €1.950
    T3 150m2 não aconselhável
    Moradia T4 200m2 não acons.
    Fonte: Solzaima

    Minimizam as necessidades de instalação, porque não são encastrados na parede. O seu preço pode variar entre os 400 e os 1.700 euros, dependendo do design escolhido. Acresce o preço dos tubos de saída de fumos, que poderão custar cerca de 250 euros.


    9. Radiadores a óleo

    €22,90
    Preço por unidade
    Fonte: Worten Online e Jumbo Online a 25 de Novembro.

    Funcionam através de resistências eléctricas, que aquecem o óleo e conduzem o calor. São silenciosos, mas lentos. Só quando o óleo atinge determinada temperatura é que se nota o aquecimento. Podem ser adquiridos em várias superfícies comerciais. Na Worten, por exemplo, encontra-os entre 22,90 e 49,90 euros. No Jumbo, a partir de 29,90 euros também compra um equipamento deste tipo.


    10. Termoventiladores

    €9,90

    Preço por unidade
    Fonte: Worten Online e Jumbo Online a 25 de Novembro.

    O ar frio é aspirado e aquecido pela resistência eléctrica, reenviando o ar já aquecido para o exterior. Regra geral, são pequenos, práticos e leves, mas um pouco ruidosos. Só podem ser utilizados em períodos curtos e deve limpar o seu interior de vez em quando. Também estão à venda em várias superfícies comerciais. Na Worten, pode comprá-los a partir de 9,90 euros e, no Jumbo, adquire-os entre 11,90 e 54,90 euros.



    A sua casa é A, B, ou C?

    Saiba tudo o que precisa sobre a certificação energética do seu lar

    A entrada em vigor do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) exige que as casas novas e todas aquelas que se encontrem para venda indiquem a classe energética. A auditoria energética, por sua vez, só se aplica aos grandes edifícios de serviços, com áreas superiores a 500 ou 1.000 m2, e trata-se de um procedimento de avaliação energética exaustivo. "Nas habitações, o procedimento é simplificado e trata-se de um levantamento dimensional do espaço, com a respectiva análise energética, que determine os níveis de consumo", explica Jesus Ferreira, da Jesus Ferreira Consultores - Energy Consulting. É a partir deste procedimento que se determina a classe energética do edifício.

    Mas em que é que consiste a certificação energética? "Consiste em identificar, qualificar e calcular o desempenho térmico de um edifício, dentro de uma escala de eficiência energética (A+ a G)", explica Selwin Wever, director de certificação RCCTE da Home Energy.

    Serve para melhorar a qualidade das edificações, tornando-as mais confortáveis, eficientes e amigas do ambiente. Assim, uma casa que é classificada de G pode ser requalificada e tornar-se numa classe A. "Uma casa G, com reforço de isolamento das coberturas, instalação de aquecimento central com caldeira eficiente, e de água quente solar ou painéis fotovoltaicos, pode passar de G para C", acrescenta. O processo de certificação é composto por 4 fases: visita ao local para identificação e levantamento dimensional da casa, tratamento da informação, simulação energética em ferramenta informática e produção do certificado. "O custo médio deste serviço é da ordem dos 250 euros, para uma habitação T1 a T3, e de 300 euros, para uma moradia com cerca de 200 metros. Estes valores deverão ser acrescidos da taxa a pagar à ADENE (45 euros) e do valor do IVA", explica Jesus Ferreira. No sítio da Home Energy também é possível consultar os preços praticados. Já com a taxa ADENE e IVA, os preços variam entre 204 e 454 euros, consoante a área da residência. Um apartamento T2 a T3 pode custar 274 euros e uma moradia de 200m custar 304 euros.

    "O desperdício de energia nos lares portugueses é devido, essencialmente, às más soluções construtivas, (...) que obrigam a excessos de consumo para aquecimento ou arrefecimento", comenta Ferreira. O fundador da empresa de certificação energética exemplifica que os portugueses passam muito mais frio nas suas casas do que os suecos, com consumos energéticos que são, eventualmente, equivalentes. Para Ferreira, a produção e armazenamento das águas quentes sanitárias também é uma fonte de desperdício, já que os sistemas tradicionais, regra geral, não têm uma eficiência energética adequada.




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  3. #3
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    Padrão

    Sem dúvida uma informação preciosa.
    Apenas gostava também de saber a opinião relativamente aos aquecedores a gás.

    cumps.

  4. #4
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    Padrão

    Muito útil!! Então, o ar condicionado é o mais económico... mas por que é que tem menor conforto térmico?
    Última edição por dniestre; 24-02-2010 às 23:07.

  5. #5
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    Padrão Quanto custa aquecer a sua casa

    Quanto custa aquecer a sua casa


    À semelhança do ano passado, o Negócios pediu à Home Energy que simulasse quanto custaria aquecer a casa de três famílias, que vivem em Lisboa.

    As conclusões foram semelhantes. A primeira família é composta por um casal, que vive num apartamento T1, com cerca de 80 metros quadrados, inserido num piso intermédio, e com uma frente. A segunda tem quatro membros e mora num apartamento T3, com cerca de 150 metros quadrados, também de um piso intermédio e com duas frentes. A última família é composta por cinco pessoas, que vivem numa moradia com quatro quartos, cerca de 200 metros quadrados e três frentes. Todas as casas têm paredes exteriores de alvenaria dupla, com isolamento térmico, vidros duplos e protecções solares móveis.

    A solução que apresenta uma factura mensal mais reduzida é a instalação de sistemas de ar condicionado multi-split (bomba de calor), tipo "inverter"", segundo Selwin Wever e Vera Coutinho. No entanto, os especialistas explicam que o seu custo de implementação é mais gravoso e o nível de conforto inferior ao das restantes soluções. Aos custos mensais, deve acrescer o valor a pagar pela necessidade de contratar uma potência superior, entre cinco a dez euros. Os acumuladores eléctricos apresentam custos de implementação inferiores, mas, em termos de facturação mensal, deverá ser superior às restantes. Porquê? Porque também funcionam em horas fora de vazio e pode ter de contratar potências muito superiores (acréscimo até 15 euros). Ecologicamente, é a pior solução, mas do ponto de vista do conforto e da facilidade de instalação é vantajosa.

    A solução mais equilibrada para os apartamentos é o sistema centralizado com caldeira mural a gás natural e radiadores a água, pois apresenta uma boa relação custo de utilização - custo de implementação. Mais: proporciona bons níveis de conforto térmico e bom desempenho ambiental. Na moradia, a solução de bomba de calor ar -água é a opção mais vantajosa pela relação custos de utilização e conforto térmico. Esta solução não é recomendável em apartamentos, porque tem um custo de implementação e potencia térmica maior.






    Notas:

    O custo do kWh utilizado para o gás natural foi de 0,078 euros, considerando que o consumo de gás num T1 é inferior a 220 m3 por ano. Para o T3 e moradia, consideraram 0,072 euros e assumiram um consumo de gás entre 221 e 500 m3 por ano. No caso da electricidade, foi considerado 0,1285 euros para a tarifa simples nas horas fora de vazio, 0,1382 euros para a tarifa bi-horária nas mesmas horas e 0,0742 para a tarifa bi - horária. Foi considerado um período de retorno simples, sem ter em conta a inflação e uma climatização 100% activa. Os preços para equipamentos e instalações são os de tabela, embora possam existir campanhas específicas com preços inferiores. As zonas onde se localizam as casas são abastecidas com gás natural e já existe pré-instalação dos sistemas de aquecimento. Na solução de sistema centralizado com caldeira, admitiu-se que esta é mural e estanque, de elevado rendimento. No T1, considerou-se uma potencia térmica de 24 kW e, no T3 e moradia, uma de 28 kW. Em ambos, a caldeira abastecia-se a gás natural e foram instalados radiadores a água em todas as principais divisões da fracção. Os acumuladores térmicos de energia são estáticos e instalados nas principais divisões, consumindo 75% da energia em hora de vazio. Os aparelhos de ar condicionado são Multi-split reversível (bomba de calor) tipo “inverter”, de classe energética A, com unidades interiores murais instaladas nas divisões principais. No sistema de bomba de calor ar – água, consideraram uma solução composta pela unidade exterior compacta com tecnologia “inverter” e um módulo hidráulico a instalar no interior, com uma capacidade de aquecimento de 14 kW. Os radiadores são de alto rendimento e foram instalados nas divisões principais.
    (1) kW– Quilowatt corresponde a mil watts e é uma unidade de potência.
    (2) Eficiência (n) – Relação entre a energia térmica produzida pelo equipamento e a energia consumida. Uma resistência eléctrica consome sensivelmente a mesma energia que produz termicamente. Um sistema de ar condicionado inverter, como o proposto, consome apenas sensivelmente 25% da energia térmica produzida.
    (3) kWh – Quilowatt-hora equivale a mil Wh (watt-hora). Wh é a quantidade de energia utilizada para alimentar uma carga com potência de 1 watt pelo período de uma hora.
    (4) Nível de conforto térmico - ***** (cinco estrelas) = Muito Bom, * ( uma estrela) = Mau

    Fonte: Home Energy







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    Padrão Derreta o gelo da sua casa

    Derreta o gelo da sua casa


    Opte pelo sistema de aquecimento central mais eficiente para o seu lar. Saiba como evitar as facturas que lhe congelam o saldo.





    Poupar energia. É disto que se fala quando se juntam as palavras “aquecimento” e “crise”. Se o frio já invadiu Portugal, chegou a vez das contas arrefecerem as carteiras dos portuguesas. Em Novembro, a Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores - DECO lançou uma petição para acabar com as tarifas extras na factura da electricidade. Em causa, estava o aumento proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de 3,8%, em média, nos “custos de interesse geral”. O Governo já veio afastar a possibilidade de rever as tarifas a curto prazo.

    Para poupar, há que adoptar comportamentos adequados. Nuno Baptista, da Adene – Agência para a Energia, afirma que antes de escolher um sistema de aquecimento, deve ponderar o seu custo e eficiência. “O mais eficiente pode ter um custo mais elevado no momento da compra, mas, ao longo de um conjunto de anos, traduz-se numa poupança efectiva.”

    Existem várias formas de climatizar o seu lar. Antes de decidir, peça um estudo ao instalador. “O mais importante será promover que a fracção não tenha necessidades de aquecimento”, diz Baptista. A opinião é partilhada por Filipa Alves, do projecto EcoCasa, promovido pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza. “A construção é o elemento mais importante no aquecimento de uma casa.” Não só através dos materiais e das soluções construtivas que são adoptadas, mas também do seu planeamento e integração.

    A orientação solar é fundamental para a sua eficiência. Se a casa for bem orientada, “as necessidades de aquecimento vão reduzir ou mesmo nem existir”. Filipa Alves sublinha que a climatização através de energias renováveis ou outras de elevada eficiência energética serão, sempre que possível, a melhor opção. Segundo a Adene, os sistemas mais utilizados são o aquecimento central com recurso a caldeiras e radiadores, a caldeiras de piso radiante e os sistemas de bombas de calor, como os aparelhos de ar condicionado.

    A qualidade da construção também é essencial. A casa deve ficar bem isolada, para atenuar as trocas térmicas entre o interior e o exterior. Não esqueça: isole também os pavimentos e coberturas. As superfícies envidraçadas devem ser bem dimensionadas, com vidros duplos e caixilharia mais eficientes. Estas devem ser protegidas com dispositivos móveis. “Devemos aproveitar a luz do Sol para aquecer a habitação. No entanto, depois de anoitecer, logo que for possível, devemos baixar os estores e correr os cortinados”, aconselha Filipa Alves.

    O Negócios pediu à Home Energy que simulasse qual a forma mais eficiente de aquecer três casas. Na moradia, a bomba de calor ar – água é a soluça mais equilibrada. “Trata-se de um sistema com elevado rendimento e bons níveis de conforto interior, pelo facto de se utilizarem radiadores como unidades emissoras.” Contudo, é a solução mais cara em termos de investimento. Nos apartamentos, a solução mais eficiente é o sistema com caldeira mural a gás natural e radiadores a água.

    Para todas as carteiras
    O aquecimento central a gasóleo também é possível, mas traz algumas desvantagens, segundo João Nunes, da Gasfomento, empresa com actividades no âmbito da Eficiência Energética e Energia Solar. É preciso armazenar o combustível, abastecer periodicamente o depósito e a sua instalação só é viável em moradias. Mais: a combustão das caldeiras a gasóleo libertam fumo e odor, se não estiverem correctamente afinadas. São mais ruidosos e precisam de mais manutenção do que os sistemas a gás. Se ainda assim quiser instalar um sistema destes num T1, custar-lhe-á 3.890 euros. Num T3, custa 5.200 euros e num T4, o preço sobe para 5.690 euros. A instalação de um sistema de aquecimento central a gás fica-lhe bem mais económica. Num T1, instala-o com 2.390 euros, num T3, com 3.700 euros e num T4 com 4.190 euros.

    O Negócios consultou a Megaclima para saber quanto custaria instalar um sistema de ar condicionado com bomba de calor nas mesmas casas. O casal que vive num T1 precisaria de 2.091 euros para instalar dois aparelhos e uma unidade exterior. A família que vive num T3, terá de gastar 4.079 euros com a aquisição e instalação de cinco unidades. Quem vive na moradia pagaria 4.878 euros pelos seis aparelhos. A todos os orçamentos acresce o valor do IVA.

    Os acumuladores de calor são sistemas de aquecimento eléctrico por joule (conversão de energia eléctrica em térmica), com blocos de cerâmica. São concebido para manter os espaços a uma determinada temperatura constante, durante todo o dia, carregando apenas durante as horas do vazio, ou seja, à noite. Segundo a informação prestada por Vera Coutinho e Selwin Weber, o orçamento para a aquisição e instalação destes aparelhos ronda os 1.050 euros no T1, os 2.330 euros no T3 e os três mil euros na moradia.



    A tradição ainda é o que era

    A lareira pode não ser a forma mais eficiente de aquecer a sua casa, mas parece que a biomassa veio para ficar.


    A lenha ainda aquece casas, quer tenha um sistema de aquecimento central ou local. No primeiro, incluem-se os recuperadores a água, instalados na sala. Quando são ligados, aquecem a água da instalação, que percorre os radiadores da casa. Esta opção pode ser integrada com outras soluções, como uma caldeira de gás, gasóleo ou painéis solares térmicos. Durante o Inverno, quando as placas não produzem calorias necessárias para aquecer água, são ajudadas pelo recuperador, que aquece o ambiente e a água. "Na maioria dos casos, consegue-se com o recuperador e o painel solar, suprir as necessidades de aquecimento de uma habitação", revela Nuno Sequeira, director-geral da Solzaima - Soluções de Aquecimento a Biomassa. É possível utilizar lenha ou "pellets" (combustível de forma cilíndrica proveniente de resíduos de Madeira), nas salamandras de aquecimento central a água. Funcionam de forma idêntica, mas Sequeira admite que a lenha é um pouco mais económica.

    O recuperador também pode aquecer o piso radiante. Para isso, terá de o ligar a um acumulador que estabilize a temperatura da água. Segundo as contas da Solzaima, para aquecer uma casa entre 150 e 200 metros quadrados gasta-se cerca de 1,5 toneladas de lenha em cinco meses de Inverno, ou seja, cerca de 180 euros. De acordo com a empresa, este valor representa três vezes menos face ao gasóleo e 2,5 vezes menos face ao gás.

    Acender a lareira
    No aquecimento local, existem os recuperadores de ar e as salamandras. Aqui, aquecem o ar da divisão, canalizam-no para outras, aproveitando o calor de forma mais homogénea. "Um recuperador, quando instalado numa lareira, permite poupar bastante lenha: uma lareira tradicional terá cerca de 10% a 15% de rendimento, o que significa que só aproveita esta quantidade de calor retirada da lenha. No recuperador de calor, o rendimento é de cerca de 75%, o que significa que cada quilograma (quilos) é aproveitado para calor no interior da casa em 75%", explica Nuno Sequeira. E dá exemplos: Para aquecer uma divisão com cerca de 35 metros quadrados numa hora, são necessários 12 quilos de lenha numa lareira convencional, com rendimento de 10%. Com um rendimento de 75%, bastam 1,6 quilos de lenha.

    Para um T1, a salamandra seria a solução ideal. O preço varia consoante a tipologia, se tem ventilação ou não. Uma mais simples pode custar 400 euros, enquanto que outra com design custa 1.700 euros. Em ambas as soluções, acresce o preço dos tubos de saída de fumos, que poderão custar cerca de 250 euros.

    No T3 para quatro pessoas, Sequeira poderia aconselhar um recuperador a ar, que aquecesse cerca de 220 metros quadrados, num apartamento com um pé direito de 2,6 metros quadrados. Neste caso, recomenda um equipamento moderno, que não deve exceder os 2.200 euros. A instalação pode custar cerca de 400 euros. Se o orçamento não der para tanto, é possível encontrar equipamentos que aquecem 108 metros quadrados, que custam cerca de 850 euros e a instalação 250 euros.

    No mesmo T3, também poderia optar pelo aquecimento central a água. Se estiver ligado ao gás, sempre que ligasse o recuperador na sala, desligaria o contador do gás. A instalação é mais complicada, podendo rondar os seis mil euros, se ainda não existir uma instalação de aquecimento central em casa. Se já existir, fica mais barato. O aparelho pode custar mil euros e aquecer uma área de cerca de 330 metros quadrados.

    "Esta é a solução ideal para a moradia com cinco pessoas", comenta Sequeira. Os recuperadores de aquecimento central a água podem custar entre mil e dois mil euros, dependendo da potência e do design do aparelho.

    A instalação também varia: uma mais simples ronda os seis mil euros e outra mais complexa ronda os nove mil euros.









    Cinco dicas para amealhar

    1. Atenção às janelas
    Deixe os estores levantados para que o Sol incida nos envidraçados e aqueça a habitação durante o dia. Baixe-os mal anoiteça. Os cortinados também ajudam a reduzir a passagem de calor para o exterior. Se taparem toda a área da janela, melhor. As portas e janelas devem ser correctamente vedadas e isoladas.


    2. Desligue antes de sair
    Adeque a temperatura do aquecedor à que se faz sentir lá fora. Se tiver radiadores a óleo, por exemplo, deve desligá-los pouco antes de sair da divisão. Uma temperatura de 20ºC é suficiente para manter o conforto na habitação. Por cada grau de temperatura que diminua, o consumo é reduzido em cerca de 7%.


    3. Invista na manutenção
    Os equipamentos deverão ser eficientes, mas deve evitar que se degradem. Uma manutenção adequada da caldeira fará com que poupe 15% em energia. A médio prazo, a falta de manutenção pode promover um decréscimo na eficiência dos sistemas. Caso se ausenta por algumas horas, reduza a posição do termóstato para 15ºC.


    4. Dimensão correcta
    Seja qual for o sistema que instalar, este deve ser optimizado e dimensionado correctamente para a habitação. Em termos de consumos energéticos, não é aconselhável que recorra a sistemas subdimensionados ou sobredimensionados.


    5. Regule os radiadores
    Instale válvulas termostáticas nos radiadores. Assim, ajusta a temperatura em cada divisao, regulando automaticamente o caudal de água quente no sistema. Deve afastá-los das peças de mobiliário ou cortinas. Caso esteja por baixo de uma janela, instale uma placa de material isolador e reflector entre o radiador e a parede.







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    Padrão Como pode tornar uma casa resistente ao frio e ao calor

    Habitação

    Como pode tornar uma casa resistente ao frio e ao calor


    11/02/11

    Conheça os pontos críticos de isolamento de uma habitação, como a pode proteger do calor e do frio e quanto custa torná-la mais cómoda.

    Em Portugal existem cinco milhões de casas, das quais cerca de três milhões têm problemas de construção ou falta de eficência energética. Ou seja, casas que são frias no Inverno e muito quentes no Verão. A situação é comum, mas é no Inverno que ela se nota mais na conta da luz ou do gás, uma vez que requer o uso continuado de aquecedores. No entanto, isso não chega.
    "Mesmo querendo aquecer as nossas casas durante o Inverno, é muito difícil alcançarmos condições de conforto satisfatórias. Esta é uma realidade transversal que abrange muitos edifícios antigos, mas sobretudo aqueles que foram construídos entre os anos 60 e 90", disse a arquitecta Lívia Tirone, especialista em construção sustentável, ao Diário Económico.
    Tornar essas casas realmente eficientes só fazendo uma reabilitação profunda, e por isso, dispendiosa (mais de 20 mil euros). Contudo, de acordo com os especialistas contactados pelo Diário Económico, para as tornar mais confortáveis basta fazer alguns pequenos investimentos.
    O mais imediato e, em simultâneo, menos dispendioso e mais rápido é mudar as janelas. É que aquele caixilho de alumínio que tem em sua casa pode ser mais bonito e moderno que a madeira, mas está a deixar fugir o calor dos aquecedores e a deixar entrar o frio que está na rua. O ideal será instalar as chamadas janelas eficientes, compostas por caixilhos de alumínio com corte térmico e por vidros duplos. Uma obra que custa até três mil euros num T2 ou T3 e que se instala numa manhã, diz João Ferreira Gomes, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de janelas Eficientes (ANFAJE).

    Apostar nos isolamentos exteriores

    De acordo com este responsável, só esta medida permite poupar até 40% na conta da luz (porque cerca de 40% da energia que se gasta através dos edifícios sai pelas janelas). Se se aplicarem isolamentos nas paredes, a poupança pode ser ainda muito maior. Não foi por acaso que, quando o Governo lançou o Plano de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), incluiu as medidas Janela Eficiente - que prevê a substituição de janelas em 200 mil casas até 2015 - e Isolamento Térmico - que prevê a reabilitação de 100 mil fogos até 2015.
    De acordo com a arquitecta Lívia Tirone, "os sistemas de isolamento térmico, aplicados de forma contínua e pelo exterior, contribuem para proteger o interior das habitações dos extremos de temperatura (tanto do frio como do calor) e são muito fáceis de aplicar em edifícios existentes". Os preços é que são mais difíceis de apresentar uma vez que depende do material utilizado e da área a cobrir.
    O isolamento das paredes interiores é que acaba por ser mais dispensável, principalmente se se tratar de uma renovação. Este "só se torna necessário quando constitui a separação entre espaços úteis (climatizados) e espaços não úteis (não climatizados, tais como garagens, portarias, circulações)", referiu ao Diário Económico, o arquitecto Luís Carrilho da Graça.
    Por sua vez, "o isolamento térmico das coberturas é essencial. Note-se que, em Portugal, a incidência solar é significativa, podendo acarretar significativos ganhos indesejados. Assim, o correcto isolamento térmico das coberturas contribui para a redução do consumo energético de climatização e para um maior conforto térmico", acrescentou.


    Santa Catarina: um exemplo de uma casa eficiente

    - De acordo com a arquitecta Lívia Tirone, numa casa nova "estas medidas têm um sobrecusto ínfimo". O empreendimento Santa Catarina, em Lisboa, concebido pelo arquitecto Luís Carrilho da Graça, é um exemplo disso.

    - Nas janelas utilizaram-se vãos duplos que permitem "um efectivo controlo, por parte do utilizador, quer da luz quer dos ganhos solares, e assegura um melhor isolamento térmico dos vãos envidraçados no período de inverno, particularmente durante a noite".

    - Nos sombreamentos, optou-se por portadas de madeira, que "contribuem para uma redução das perdas térmicas durante a noite.

    - No isolamento térmico das paredes exteriores "optou-se por manter as paredes existentes em alvenaria de pedra", pois, "a conservação de elementos construtivos durante um processo de recuperação de um edifício permite obter uma solução construtiva final com menor impacto energético na fase de construção". Além disso, foram as paredes de alvenaria de pedra que permitiram, pela sua profundidade, a instalação de vãos duplos..

    - O edifício tem ainda uma central térmica para produção de água quente ou refrigerada; painéis solares para aquecimento e necessidades electricas e um sistema de aquecimento das águas sanitárias.









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