34% das Câmaras já fixaram IMI máximo para 2011.

Discussão em 'Poder Local' iniciado por Numerico, Novembro 4, 2010.

  1. Numerico

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    Braga e Cascais vão aplicar no próximo ano a taxa máxima de 0,7% para os prédios não avaliados. Em Lisboa, a oposição forçou António Costa a recuar.


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    Do total dos 308 municípios portugueses, 106 já decidiram aplicar a taxa máxima de 0,7% aos prédios que ainda não foram avaliados desde 2004, altura em que a contribuição autárquica foi substituída pelo IMI.

    Segundo a contabilização hoje publicada pelo "Diário Económico", mais de metade dos Executivos camarários (176) já definiram o imposto a aplicar no próximo ano, tendo até agora apenas 13 optado por alterar as taxas sobre o património: nove para as subir e quatro para aliviar o esforço dos munícipes.

    Entre as grandes Câmaras, Lisboa vai ter as contribuições desagravadas, Braga e Cascais decidiram aplicar as taxas máximas, enquanto os autarcas de Porto, Gaia e Sintra ainda não apresentaram os seus projectos fiscais nesta matéria para 2011.

    No caso da capital, a decisão foi ontem tomada. O Executivo liderado por António Costa decidiu aplicar no próximo ano uma taxa de imposto municipal sobre imóveis de 0,675% para prédios urbanos não avaliados, e de 0,35% para imóveis com matrizes actualizadas.

    Esta deliberação – resultou de uma alteração à proposta inicialmente apresentada pela vereadora das Finanças, Maria João Mendes, que apontava para os valores máximos permitidos por Lei – terá ainda de ser submetida à Assembleia Municipal.


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