"Estamos já a poupar com as portagens electrónicas"

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 3, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold


    Concessionária

    "Estamos já a poupar com as portagens electrónicas"


    03/11/10

    Vasco de Mello admite que a Brisa gastou 4,9 milhões para despedir e introduzir portagens electrónicas.

    A Brisa deverá gastar cerca de 4,9 milhões de euros este ano com o pagamento de despedimentos ('layoffs'). O próprio Vasco de Mello, presidente executivo da concessionária de auto-estradas, confirmou a informação durante uma conferência com analistas financeiros nacionais e internacionais, na sequência da apresentação dos resultados da empresa relativos ao terceiro trimestre de 2010.
    Este impacto deve-se à introdução do projecto de cobranças electrónicas - "e-toll" ou "via manual" -, que ocorreu no terceiro trimestre deste ano e que Vasco de Mello diz que estará finalizado até ao final do presente exercício.
    A Brisa recusa-se a detalhar o número de empregados abrangidos por este programa de despedimentos provocado pela introdução de cabinas de portagem sem portageiros. Sabe-se, contudo, que desde o início deste ano o efectivo de pessoal da concessionária sofreu um decréscimo de 156 trabalhadores. O pessoal da Brisa fixava-se no final de Setembro em 2.725 colaboradores, contra 2.881 no início de Janeiro, o que representa uma redução de 4,4%.
    "Estamos já a registar uma poupança de custos com a introdução deste novo projecto de eficiência. Esperamos ter um impacto bastante significativo com o ‘e-toll' em 2011", adiantou Vasco de Mello, remetendo mais pormenores sobre este projecto para o Dia do Investidor, a 22 de Novembro.



    in DE
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Brisa investe 6,2 milhões no projecto de portagens automáticas

    Brisa investe 6,2 milhões no projecto de portagens automáticas


    Lucros da Brisa subiram 282% até Setembro. Sem o impacto da venda de 6% da brasileira CCR teriam subido 10%.


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    A Brisa investiu no terceiro trimestre deste ano 6,2 milhões de euros na instalação da sua rede de máquinas automáticas de pagamento de portagem, no âmbito do seu novo projecto de eficiência, designado "e-toll", avançou a concessionária na apresentação dos resultados dos primeiros nove meses do ano.

    O projecto, que será apresentado a 22 de Novembro no Dia do Investidor, teve um impacto nos custos operacionais da concessionária de 3,6 milhões de euros, com fornecimento e serviços externos e "layoffs". Excluindo o impacto do projecto "e-toll" e a alteração do perímetro de consolidação da concessão Douro, os custos operacionais do grupo diminuíram 3,5%.



    in JNeg
     
  3. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Brisa paga 4,9 milhões para despedir e introduzir portagens electrónicas


    Concessionária

    Brisa paga 4,9 milhões para despedir e introduzir portagens electrónicas


    03/11/10

    Apesar da crise, a venda da CCR quadruplicou os lucros. Sem essa operação, a subida seria de 10%.

    A Brisa deverá gastar cerca de 4,9 milhões de euros este ano com o pagamento de despedimentos ('layoffs'). O próprio Vasco de Mello, presidente executivo da concessionária de auto-estradas, confirmou a informação durante uma conferência com analistas financeiros nacionais e internacionais, na sequência da apresentação dos resultados da empresa relativos ao terceiro trimestre de 2010.
    Este impacto deve-se à introdução do projecto de cobranças electrónicas - "e-toll" ou "via manual" -, que ocorreu no terceiro trimestre deste ano e que Vasco de Mello diz que estará finalizado até ao final do presente exercício.
    A Brisa recusa-se a detalhar o número de empregados abrangidos por este programa de despedimentos provocado pela introdução de cabinas de portagem sem portageiros. Sabe-se, contudo, que desde o início deste ano o efectivo de pessoal da concessionária sofreu um decréscimo de 156 trabalhadores. O pessoal da Brisa fixava-se no final de Setembro em 2.725 colaboradores, contra 2.881 no início de Janeiro, o que representa uma redução de 4,4%.
    "Estamos já a registar uma poupança de custos com a introdução deste novo projecto de eficiência. Esperamos ter um impacto bastante significativo com o ‘e-toll' em 2011", adiantou Vasco de Mello, remetendo mais pormenores sobre este projecto para o Dia do Investidor, a 22 de Novembro.
    Além dos 4,9 milhões de euros gastos e provisionados para custos com despedimentos, o projecto do ‘e-toll' já exigiu, durante o presente ano, um investimento de 6,2 milhões de euros por parte da Brisa.

    Receitas caem na principal concessão da Brisa

    Nos primeiros nove meses deste ano, a empresa liderada por Vasco de Mello conseguiu resistir à crise financeira global. Através da cobrança de honorários às novas concessionárias da Douro Litoral, Baixo Tejo e Litoral Oeste, em que a Brisa detém participações, as receitas operacionais mantiveram-se nos 510 milhões de euros, mesmo depois de as receitas de portagem terem caído 4%, para 436 milhões de euros.
    Neste capítulo, as principais perdas de receita ocorreram na concessão principal da Brisa, onde, em comparação com o período homólogo de 2009, se verificou uma queda de 4,6% nos primeiros noves meses do ano, para 384,4 milhões de euros.
    Numa base comparável, os custos operacionais da Brisa reduziram-se 3,5%. Em termos gerais, subiram 2%, para 141 milhões de euros. O EBITDA baixou 1%, para 369,1 milhões de euros.
    Os lucros quadruplicaram, de 105,1 para 401,7 milhões de euros, devido à venda dos primeiros 6% na participada brasileira CCR - Companhia de Concessões Rodoviárias. Esta operação já permitiu reduzir a dívida da Brisa em 365 milhões de euros, para 2.979 milhões de euros. Mas, mesmo sem esta venda, a Brisa teria subido os lucros em 10% nos primeiros nove meses deste ano.




    in DE
     
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