Finanças: Cobrança coerciva supera os mil milhões de euros

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 11, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Finanças: Cobrança coerciva supera os mil milhões de euros


    Fisco supera os mil milhões de euros em cobranças coercivas.


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    “A Direcção-Geral dos Impostos alcançou esta semana um volume agregado de cobrança coerciva em 2010 superior a 1.000 milhões de euros. O valor realizado ultrapassa em mais de 16% o que se encontrava previsto para este momento do ano”, revela o Ministério das Finanças em comunicado.

    Em comunicado, as Finanças salientam que “o volume do incumprimento do dever de pagamento, que traduz a não observância regular dos deveres fiscais em Portugal, ser, no ano corrente, o menor dos últimos 7 anos”.






    in JNeg
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Fisco arrecada mil milhões em cobrança coerciva


    Novembro

    Fisco arrecada mil milhões em cobrança coerciva

    11/11/10

    A Direcção-Geral dos Impostos alcançou esta semana um volume de cobrança coerciva superior a 1.000 milhões de euros este ano.

    Os números revelam que esta cobrança tem estado a correr melhor do que o previsto pelos serviços de finanças, dando como quase certo o cumprimento da meta definida para este ano de 1,1 mil milhões de euros. Isto porque, até ao final de Dezembro, os funcionários terão de recuperar apenas 100 milhões de euros.
    O valor foi avançado ao Diário Económico pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, numa altura em que os funcionários dos impostos alertam para o efeito da greve na perda de receita fiscal. Hoje, o ministério das Finanças também divulgou um comunicado com os dados.
    O governante destaca que o montante de cobrança coerciva, que deu entrada nos cofres do Estado até esta semana, ultrapassa em mais de 16% o que se encontrava previsto para este momento do ano.
    Sérgio Vasques sublinha que este resultado "torna patente o bom comportamento" da execução da receita fiscal, em particular no contexto da crise económica e financeira que o país atravessa. E que leva o governante a sublinhar a sua "importância extraordinária na consolidação orçamental a fazer este ano".
    O governante não avança com previsões da execução da receita fiscal de Outubro, mas salienta que os dados que estão a ser ultimados "mostram a manutenção de um bom comportamento dos impostos indirectos mas também um reforço importante do IRS e do IRC. O mês mostrou-se bem acima da nossa expectativa".
    Até Setembro, a receita fiscal cresceu 3,3%, acima dos 1,2% orçamentados, mas abaixo dos 4,5% que o Governo previu agora no Orçamento do Estado para 2011. Nos primeiros nove meses do ano, a evolução da receita fiscal reflecte a variação positiva de 10,4% dos impostos indirectos (especialmente o IVA, cuja receita aumentou 13,9%). Já os impostos directos têm registado variações negativas, tendo sido de menos 5,5%em Setembro.


    in DE
     
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