Juros permanecem acima dos 7% mas aliviam de máximos

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 11, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Pressão continua depois de concluídas emissões de 2010


    Financiamento para 2010 está fechado, mas a pressão deverá continuar para lá do final do ano. Juros furaram os 7%.


    O Estado emitiu dívida a longo prazo pela última vez este ano, mas a pressão nos mercados deve manter-se até ao final do ano e poderá não ter desvanecido quando Portugal regressar ao mercado para reembolsar os empréstimos que vencem na Primavera.

    "Temos uma atitude muito cautelosa quanto ao futuro próximo dos custos de financiamento do Estado português", adianta ao Negócios David Schnautz, um analista do Commerzbank, em Londres. "A obtenção dos fundos necessários logo no início do próximo ano vai ser uma corrida contra o relógio", acrescenta o especialista.

    Portugal terá em Abril e em Junho que reembolsar um total de quase 10 mil milhões de euros em dívida de longo prazo que atinge a maturidade.

    Na sessão de ontem, os juros exigidos pelos investidores ultrapassaram a fasquia dos 7% a 10 anos. De acordo com as taxas genéricas da Bloomberg, só ontem esse valor foi superado. São essas que devem ser usadas como referência, já que consistem num índice médio das transacções efectivas nas várias linhas de financiamento, com maturidades próximas dos 10 anos.




    in JNeg
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Teixeira dos Santos pede clarificação do mecanismo de gestão de crise

    Teixeira dos Santos pede clarificação do mecanismo de gestão de crise


    Ministro das Finanças diz que juros "elevados" são resultado da falta de informação acerca do plano europeu.


    [​IMG]


    O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, pediu ontem à União Europeia que "clarifique" o mecanismo permanente de gestão de crises europeu. O governante admitiu que os juros pagos na emissão de ontem foram "elevados" e defendeu que uma parte dos problemas está a ser causado pelas "dúvidas" que permanecem em relação ao dispositivo europeu de resolução de crises.

    "A situação no mercado da dívida reflete incertezas quanto à indefinição do mecanismo permanente de gestão de crises, pois os obrigacionistas têm receio de serem chamados a suportar grandes perdas", defendeu Teixeira dos Santos.

    Quanto à emissão de dívida, o ministro admitiu que não se "ignorar que a taxa de juro é elevada e que reflete a situação vigente nos mercados nos últimos dias". "Ainda assim", acrescentou, "fica bem abaixo da taxa de juro exigida no mercado secundário".




    in JNeg
     
  3. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Cavaco candidato, melhor Presidente


    Cavaco candidato, melhor Presidente


    11/11/10 | Miguel Coutinho




    “Barreira de 7%? A única barreira está no trabalho que ainda não fizemos e que temos de fazer”. Eis Cavaco Silva como candidato, a ser melhor Presidente.

    Não valerá a pena voltar a sublinhar o momento infeliz do ministro das Finanças quando criou o patamar psicológico de 7% para as taxas da dívida pública. O que Portugal necessita é de um Governo que governe, executando o Orçamento, e de uma Oposição que se assuma como uma parte interessada na credibilização internacional do país e da sua política orçamental. O candidato Cavaco Silva diz o essencial - que não devemos perder tempo em exercícios de retórica ou em ataques estéreis aos mercados. A análise de Cavaco Silva é oportuna agora como o teria sido há dois meses. A única diferença é que hoje estamos mais próximos do precipício. E das eleições presidenciais.



    in DE
     
  4. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Olha a dívida fresquinha. Pague uma OT e leve duas


    Olha a dívida fresquinha. Pague uma OT e leve duas


    11/11/10 | Pedro Carvalho




    Portugal regressou ontem ao mercado para fazer a última grande emissão de dívida de longo prazo de 2010. Tal como era esperado, a coisa não correu lá muito bem.

    Vendemos Obrigações do Tesouro (OT) ao desbarato, com Portugal a pagar um juro próximo dos 7% (o preço das obrigações varia em sentido inverso aos juros pagos). E não me venham dizer que a coisa correu bem porque a procura duplicou a oferta. Ainda esta semana a Grécia, que está mais desgraçada do que nós, também foi ao mercado e a procura foi mais de cinco vezes superior à oferta. Se houver alguém que me pague 7% ou 12% ao ano eu também compro. E o argumento de Teixeira dos Santos de que os juros pagos no leilão de dívida ontem foram inferiores à ‘yield' no mercado secundário é, no mínimo, falacioso. O ‘pricing' que se pratica no mercado secundário depende de outros factores como a liquidez e a expectativa dos investidores naquele momento, e a prova disso é que ontem, já após o leilão de OT, andava-se no mercado a vender dívida portuguesa em segunda mão (no mercado secundário) a 7,174%.
    Em resumo, a coisa não correu muito bem mas, do mal o menos, lá conseguimos vender a dívida, ao contrário da Irlanda que está a pagar juros de quase 9% e viu-se mesmo obrigada a cancelar a última grande emissão de OT prevista para este ano. Portugal, apesar de tudo, consegue momentaneamente respirar de alívio. O grosso da colocação de dívida prevista para este ano está feito e agora é rezar para que os juros baixem da fasquia dos 7%, já que no próximo ano teremos de regressar ao mercado para vender mais 46 mil milhões de euros.
    Até lá não há muito a fazer. E não vale a pena barafustar com os mercados. Cavaco já disse que o "caminho da retórica e do ataque aos mercados não resolve um único problema do nosso País". Se Cavaco fosse o Rei de Espanha estaria agora a dizer aos membros do Governo: ‘Por qué no te callas?'
    Portugal está agora à beira de um precipício. Ou dá um passo em frente, falhando a execução orçamental ou provocando uma crise política precoce, ou fica à espera de uma rabanada de vento vinda da Europa que vai dar ao mesmo. E nesta altura, infelizmente, como se vai ver hoje na reunião do G20 em Seul, a Europa está desorientada e a navegar à vista. Ainda ontem o comissário europeu de transportes, Siim Kallas, veio dizer a Portugal para fazer, não uma, não duas, mas sim três linhas do TGV "no mais breve prazo possível". É caso para perguntar ao Sr. Kallas com que dinheiro? É caso para dizer ao Kallas: ‘Por qué no te callas?



    in DE
     
  5. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Crise na Irlanda e proposta alemã agravam risco da dívida nacional


    Mercado

    Crise na Irlanda e proposta alemã agravam risco da dívida nacional


    11/11/10

    Receios dos investidores são considerados excessivos.

    Portugal não é o único "culpado" no aumento, cada vez mais acentuado, da percepção de risco que os investidores têm do País. A deterioração da situação de alguns Países periféricos, sobretudo da Irlanda, onde os investidores já exigem juros superiores a 8%, e a proposta vinda directamente da Alemanha representam a fórmula explosiva que está a afectar negativamente Portugal, depois da tensão provocada pelo Orçamento do Estado para 2011.
    "Embora a situação dos Países periféricos seja fundamentalmente diferente, existe alguma tendência para olhar para o problema como se fosse único", afirmou Diogo Serras Lopes. O director de investimentos do Banco Best vai mais longe ao explicar que "a deterioração da situação num País, neste caso a Irlanda que está a braços com uma crise bancária muito significativa, influencia negativamente outros Países, como Portugal, que também se encontram numa situação frágil". A espelhar os sinais de nervosismo dos mercados para com a Irlanda, a ‘yield' dos títulos da dívida pública irlandesa a dez anos agravou-se ontem até aos 8,634%, face aos 7,937% do dia anterior. Contrariamente a Portugal, que fez ontem a sua última emissão de OT do ano, a Irlanda decidiu adiar as suas emissões de dívida para 2011, numa decisão alimentada pela esperança de que a ‘yield' recue para o patamar dos 5%.



    in DE
     
  6. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Allianz Global Investors: "Portugal vai conseguir inverter círculo vicioso"


    Entrevista

    "Portugal vai conseguir inverter círculo vicioso"

    Rui Barroso
    11/11/10

    Execução do pacote de austeridade é o segredo para evitar recurso ao FMI.


    O responsável pela análise dos mercados de capitais da Allianz Global Investors, Hans-Jörg Naumer, acredita que Portugal vai conseguir controlar as contas públicas e que os mercados estão a subestimar a capacidade do país em cortar o défice.

    Portugal emitiu ontem dívida a dez anos a 6,8%. Este valor é sustentável?

    Temos de ver isso num contexto mais alargado. A verdadeira questão é se os PIIGS, de que Portugal faz parte, conseguem ganhar de novo a confiança dos investidores. Era bom que a conseguissem ganhar através dos pacotes de austeridade e que tornassem muito claro que conseguem reduzir a dívida governamental no futuro. Há avultadas quantias que Portugal tem de pagar e a questão essencial são os cortes da despesa que se conseguirão fazer e o crescimento que, para Portugal, será problemático no próximo ano.

    Portugal terá de recorrer a ajuda externa?

    Muitos analistas duvidam que Portugal consiga lidar com o problema. Tendo em conta as ‘yields' com que as obrigações se transaccionam, a taxa de ‘default' implícita é de 63%. Os mercados estão a colocar no preço uma grande probabilidade de ‘default' ou de perdas. Mas estão a subestimar a capacidade de Portugal resolver os seus problemas. O nível das ‘yields' e dos ‘spreads' são muito extremos.




    in DE
     
  7. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Portugal financiou-se a 6,8%, mas mercado secundário supera os 7%


    Dívida

    Portugal financiou-se a 6,8%, mas mercado secundário supera os 7%


    11/11/10

    Saiba como funciona o mercado de dívida e quais as diferenças entre mercado primário e secundário.

    Portugal pagou ontem 6,8% para colocar 686 milhões de euros a dívida a dez anos. No entanto, o mercado fechou o dia a exigir 7,17% para comprar Obrigações do Tesouro a dez anos. A diferença entre os valores é explicado pelas operações realizadas no mercado primário e no mercado secundário.
    Quando o Estado necessita de se financiar, recorre a entidades que reconhece como Operadores Especializados em Valores do Tesouro (OEVT) ou Operadores de Mercado Primário (OMP). Estas entidades, geralmente bancos de investimento, compram a dívida no mercado primário, ou seja, directamente ao Estado. Os custos reais da dívida pública são estabelecidos nestas operações realizadas no mercado primário, onde, por exemplo, Portugal se comprometeu ontem a pagar, anualmente, 6,8% até à maturidade da obrigação, que vencerá em 2020.



    in DE
     
  8. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Juros da dívida portuguesa sobem para novo recorde

    Juros da dívida portuguesa sobem para novo recorde


    "Yield" das obrigações a 10 anos já acentuou a tendência de subida e segue já a negociar nos 7,139%, ao subir mais de 10 pontos base. Juro cobrado pela dívida a dois anos superou os 5% pela primeira vez desde Maio.


    [​IMG]


    O juro da dívida portuguesa a 10 anos está a aumentar 6,1 pontos base para 7,139%, o que corresponde a um novo máximo desde que existe o euro, elevando para 475 pontos base o prémio face às “bunds” alemãs, um valor que mede o prémio de risco exigido pelos investidores para comprarem dívida portuguesa em detrimento da alemã.

    Este valor da taxa de juro portuguesa refere-se ao índice de preços genéricos das obrigações da Bloomberg. Nas obrigações com maturidade em Junho de 2020, uma das que linhas de financiamento do Estado, os juros chegaram ultrapassar os 7% há duas sessões.

    No entanto as taxas de juro genéricas da dívida pública são as que têm sido utilizadas como referência, já que consistem num índice de remuneração da várias linhas de financiamento com maturidades próximas dos 10 anos, o que confere maior significância ao indicador.

    A taxa de juro das obrigações a cinco anos está a subir 26,4 pontos base para 6,398% e a “yield” das obrigações a dois anos sobe 31,5 pontos base para 5,074%, superando os 5% pela primeira vez desde Maio deste ano.

    Em contrapartida, os juros cobrados à Alemanha estão a diminuir, o que aumenta o prémio da dívida portuguesa em todos os prazos.




    in JNeg
     
  9. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Investidores exigem 7,2% para deter dívida portuguesa

    Investidores exigem 7,2% para deter dívida portuguesa


    Os juros da dívida dos países periféricos agravaram-se depois de a ministra Christine Lagarde ter dito que os investidores devem partilhar os custos de um resgate como o que ocorreu na Grécia.


    [​IMG]


    O preço das obrigações portuguesas (que se relacionam inversamente com os juros) caiu e levou a taxa de retorno da dívida pública a 10 anos a agravar-se 20,1 pontos base para 7,237%, já depois de ter voltado a fixar um máximo histórico esta manhã, ao atingir os 7,247% esta manhã, segundo as taxas genéricas da Bloomberg.

    O prémio de risco da dívida portuguesa face às obrigações alemãs avança para 484 pontos base, com os investidores a preferirem a segurança relativa da dívida alemã.

    Nas maturidades mais curtas, subida é mais acentuada, com a “yield” das obrigações a dois anos a progredir 25,5 pontos base para 5,014% e os títulos com maturidade a cinco anos a avançaremm27,7 pontos para 6,411%.

    França e Alemanha impulsionam risco das economias periféricas

    A ministra das Finanças de Sarkozy expressou apoio à proposta alemã de que os investidores em dívida pública partilhem os custos de resgate a países que se encontrem insolventes.

    “Os comentários de Lagarde mencionaram reestruturação, e isso é mais um prego no caixão” da dívida periférica, disse o analista de obrigações do HSBC, Steven Major, à Bloomberg. “Ainda existe um enorme grupo de investidores que operadores que não reconheceram que uma reestruturação poderá acontecer”, acrescentou.

    Uma proposta inicialmente apresentada por Merkel e aprovada pelo parlamento alemão, que levou a taxa de juro das obrigações portuguesas e alemãs a subirem para máximos recorde nas últimas sessões.

    Também na Irlanda, os juros avançam 28,3 pontos para 8,919%, depois de terem chegado aos 8,929%. Uma subida que leva o prémio de risco para 652 pontos. Já em Espanha, a dívida avança para 4,546% e o “spread” de risco espanhol salda-se em 215 pontos.

    Os juros da dívida de países como Portugal e Irlanda estão a subir, depois de a responsável pelas finanças de França ter expresso o seu apoio à proposta de Merkel. A líder do governo alemão defende que investidores em de dívida pública sejam chamados a pagar parte dos custos de um resgate a um país que necessite de reestruturar a sua dívida soberana.




    in JNeg
     
  10. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Merkel pede "compreensão" aos mercados

    Merkel pede "compreensão" aos mercados


    A chanceler alemã admitiu em Seul que a proposta de resgate "ordeiro" de países que entrem em dificuldades está a gerar "conflitos".


    [​IMG]


    A chanceler Angela Merkel pediu aos mercados financeiros compreensão no que diz respeito à sua proposta de reestruturações de dívida, reconhecendo que a posição do governo alemão está a gerar “conflitos”. “Por vezes peço aos mercados para compreenderem também a posição dos políticos”, disse Merkel num fórum empresarial em Seul esta manhã. “Só se nos entendermos poderemos estimular o crescimento económico”, acrescentou, segundo a Bloomberg.

    “Pode existir um conflito entre os interesses da esfera financeira e os interesses dos responsáveis políticos”, reconheceu Merkel. “Não podemos estar constantemente a explicar ao nosso eleitorado que os contribuintes devem ser responsabilizados pelas acções daqueles que ganham muito dinheiro a correr riscos excessivos”.

    Angela Merkel, que está em Seul também para participar na cimeira do G-20, disse que “não está ainda totalmente satisfeita” com os planos do Grupo dos 20 de redução dos riscos em torno dos bancos mundiais mais importantes do ponto de vista sistémico.

    E reiterou que “é necessário que os credores sejam envolvidos nos custos que envolvem um resgate” a um país ou a uma empresa.




    in JNeg
     
  11. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Taxas de juro da Irlanda a caminho dos 9%

    Taxas de juro da Irlanda a caminho dos 9%


    A escalada de agravamento das taxas de juro associadas às obrigações irlandesas parece imparável.


    [​IMG]


    As taxas de juro implícitas aos títulos da dívida pública irlandesa a dez anos dispararam a meio da manhã para a casa dos 8,9% (8,915%, às 10h29, segundo os preços genéricos da Bloomberg), estando a caminho de quebrar mais uma barreira até há pouco impensável: a dos 9%. Na mesma maturidade, os títulos portugueses estão a ser negociados com uma taxa de 7,16%.

    As taxas irlandesas ultrapassaram ontem à tarde a fasquia dos 8,5%, rompendo um novo máximo histórico, depois de terem acumulado doze sessões em alta.

    A crise económica e financeira na Irlanda tem vindo a agravar-se dia após dia, com reflexos tremendos no mercado da dívida pública que tornam cada vez mais provável a possibilidade de o Governo irlandês ter de pedir ajuda à comunidade internacional.

    “A situação irlandesa está pior a cada dia que passa. Estas taxas são insustentáveis. O país está perto de perder a credibilidade junto dos investidores, se é que não a perdeu já”, diz Don Smith, economista do Icap, um dos maiores “brokers” de Londres, em declarações ao Financial Times, que faz hoje manchete com o “disparar” dos custos de financiamento da Irlanda.

    A União Europeia está pronta a ajudar a Irlanda "em caso de necessidade", afirmou já hoje em Seul o presidente da Comissão Europeia. "Acompanhamos a situação (...) e, em caso de necessidade, a União Europeia (UE) está pronta a apoiar a Irlanda", assegurou Durão Barroso numa conferência de imprensa, à margem da cimeira do G20, que hoje se inicia na capital sul-coreana.

    O ministro irlandês das Finanças, Brian Lenihan (na foto), tem vindo a garantir que a Irlanda não precisa de ajuda externa, lembrando que o país se encontra plenamente financiado até meados do próximo ano.




    in JNeg
     
  12. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    UE pronta para ajudar Irlanda, juro em máximo


    UE

    UE pronta para ajudar Irlanda, juro em máximo

    Económico
    11/11/10

    Barroso afirmou hoje que a União Europeia está pronta a ajudar a Irlanda, "em caso de necessidade". O juro do país está nos 8,677%.

    "Acompanhamos a situação (...) e, em caso de necessidade, a União Europeia (UE) está pronta a apoiar a Irlanda", afirmou Durão Barroso numa conferência de imprensa, à margem da cimeira do G20, em que esteve acompanhado pelo presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy.
    As declarações do presidente da Comissão Europeia surgem num dia em que os indicadores de risco da Irlanda registam máximos históricos. O juro das Origações a Tesouro a 10 anos irlandesas subia até aos 8,677%.
    A Irlanda está mergulhada numa grave crise financeira e a inquietação dos investidores está a subir antes da votação ainda incerta no parlamento de um orçamento de crise.
    O orçamento, que incluirá um corte de 6 mil milhões de euros, constitui a primeira medida de um pacote de austeridade que prevê poupar 15 mil milhões de euros em quatro anos, para reduzir o défice público de 32% para menos de 3% em 2014.
    O orçamento de 2011 será anunciado a 7 de Dezembro e precedido pela apresentação detalhada do plano de austeridade quatrienal, aguardado antes do final deste mês.
    O Governo do primeiro-ministro Brian Cowen dispõe de uma maioria parlamentar muito frágil, que poderá ainda ser reduzida em consequência de uma próxima eleição legislativa parcial.



    in DE
     
  13. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Juro de Portugal em novo máximo acima de 7,3%

    Dívida

    Juro de Portugal em novo máximo acima de 7,3%


    11/11/10

    A percepção de risco da parte dos investidores em relação a Portugal não pára de aumentar.

    O juro das Obrigações do Tesouro (OT) a 10 anos portuguesas, com maturidade em 2020, avança até aos 7,377%, um novo máximo. Esta é a linha de dívida pública portuguesa viva com maturidade a 10 anos mais negociada no mercado secundário.
    No mesmo sentido, a 'yield' genérica das OT a 10 anos sobe para 7,139%, também um novo recorde.
    A subida das 'yields' surge mesmo depois de Portugal ter conseguido colocar ontem no mercado com sucesso 1.242 milhões de euros em Obrigações do Tesouro a 10 e a 6 anos, quase o montante máximo previsto, com a procura a duplicar a oferta. Os juros subiram nas duas maturidades, mas ficaram abaixo dos 7%.
    Após a emissão de ontem, Teixeira dos Santos instou todas as forças políticas a deixarem passar o Orçamento para 2011 na votação final. "Portugal não pode ignorar as consequências para o País da manutenção de taxas de juro elevadas", declarou o ministro das Finanças, citado pela Reuters, naquela que foi a segunda declaração aos mercados em dois dias.
    Na mesma declaração, o ministro das Finanças reiterou o objectivo de baixar o défice para 4,6% do PIB em 2011 e defendeu que "é este sinal de empenhamento que os mercados estão à espera".
    No mesmo sentido, o diferencial entre a dívida pública portuguesa e as ‘bund' alemãs com a mesma maturidade agrava-se até aos 483 pontos, 24 pontos base acima do valor de fecho de ontem.
    A Irlanda também vê hoje os seus indicadores de risco da dívida a subirem. O juro das OT a 10 anos irlandesas subia até aos 8,579%, com o 'spread' nos 636,5 pontos, ambos em máximos.
    "Embora a situação dos Países periféricos seja fundamentalmente diferente, existe alguma tendência para olhar para o problema como se fosse único", afirmou Diogo Serras Lopes. O director de investimentos do Banco Best vai mais longe ao explicar que "a deterioração da situação num País, neste caso a Irlanda que está a braços com uma crise bancária muito significativa, influencia negativamente outros Países, como Portugal, que também se encontram numa situação frágil".
    Outro aspecto negativo que aumentou o nervosismo dos mercados de dívida em relação aos países periféricos é proposta vinda directamente da Alemanha, de colocar os investidores a partilharem os custos de um eventual resgate financeiro a países do euro. Esta medida recordou aos investidores que o incumprimento é algo que pode acontecer na Europa e, por outro, levou a que a aposta em dívida dos países mais zona euro seja mais arriscada.



    in DE
     
  14. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Risco de Portugal alivia mas mantém-se acima de 7%


    Dívida

    Risco de Portugal alivia mas mantém-se acima de 7%

    11/11/10

    A percepção de risco da parte dos investidores em relação a Portugal está a aliviar de máximos. O juro das OT segue nos 7,16%.

    O juro das Obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos descia para 7,16% depois de ter chegado aos 7,377% durante a manhã. Esta é a linha de dívida pública portuguesa viva com maturidade a 10 anos mais negociada no mercado secundário.
    No mesmo sentido, a 'yield' genérica das OT a 10 anos cedia para 7,039%, de manhã chegou a cotar nos 7,274%. Já o diferencial entre a dívida soberana portuguesa e as 'bund' alemãs com a mesma maturidade, que são a referência para o mercado, seguia nos 460,1 pontos. Segundo dados da Reuters, chegou a superar os 500 pontos esta manhã pela primeira vez.
    O secretário de Estado da Presidência reforçou hoje, no habitual 'briefing' após o Conselho de Ministros, que o Governo não tem planos de recorrer ao FMI, apesar da subida dos juros.
    "Não está previsto pelo Governo pedir a intervenção do FMI", afirmou João Tiago Silveira, quando questionado sobre a escalada dos juros da dívida pública portuguesa, que superaram hoje os 7,3%, um novo máximo.
    Já o juro das OT irlandesas com a mesma maturidade avançava nesta altura até aos 8,889%, enquanto a 'yield' dos títulos gregos progredia para 11,6%.
    Contudo, o preço dos 'credit-default swaps' (CDS) sobre Obrigações do Tesouro portuguesas a cinco anos, um outro indicador de risco, subia 16,9 pontos para 483,33 pontos, o que significa que por cada 10 milhões de euros aplicados em dívida pública nacional, os investidores têm de pagar um seguro anual de 483,33 mil euros.
    Com a única subida mais expressiva seguiam os CDS gregos com a mesma maturidade: avançavam 18 pontos para 900 mil euros.



    in DE
     
  15. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    BCE volta a comprar dívida portuguesa para travar juros


    Banca

    BCE volta a comprar dívida portuguesa para travar juros


    11/11/10

    O Banco Central Europeu (BCE) regressou hoje aos mercados para adquirir dívida pública portuguesa.

    A informação é avançada pela agência Bloomberg, que cita três ‘traders' com conhecimento da transacção. De acordo com esses operadores, o banco central gastou hoje pequenos montantes na aquisição de obrigações portuguesas. O valor investido e as maturidades escolhidas não foram divulgados.
    Contactado, o BCE recusou-se a fazer qualquer comentário dado que estas operações são (teoricamente) confidenciais.
    Certo é que a evolução intra-diária dos juros das obrigações do Tesouro português a 10 anos teve uma queda bastante significativa entre as 14h e as 15h, depois de durante a manhã terem batidos novos máximos acima dos 7,3%.
    É pelo menos a segunda semana consecutiva em que o BCE compra dívida portuguesa no mercado numa tentativa de devolver alguma confiança aos investidores e, desse modo, travar a escalada dos juros. Na sexta-feira passada vários operadores garantiram que a descida das ‘yields' portuguesas tinha por base uma intervenção do BCE. O Royal Bank of Scotland chegou mesmo a afirmar que o banco central tinha estado "a trabalhar durante a manhã".



    in DE
     
  16. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Juros permanecem acima dos 7% mas aliviam de máximos


    O juro das obrigações do tesouro está a recuar 16 pontos base face ao máximo atingido esta manhã, apesar de continuarem acima dos 7%. Na Irlanda e Espanha a subida hoje é mais acentuada que em Portugal.


    [​IMG]


    A “yield” da dívida pública a 10 anos continua acima dos 7%, mas está nesta altura a aliviar do máximo fixado de manhã, nos 7,247%, de acordo com os preços genéricos na Bloomberg.

    O juro chegou a agravar-se mais de 20 pontos base face ao fecho de ontem, mas está agora a recuar 16 pontos base face ao pico atingido durante a sessão. A “yield” a 10 anos sobe agora 5 pontos base face ao fecho de ontem, situando-se nos 7,08%.

    Nas restantes maturidades o comportamento das “yields” é semelhante, estando mesmo a recuar nos prazos de 6 e 30 anos.

    O prémio de risco da dívida portuguesa a 10 anos face às obrigações alemãs situa-se agora nos 465 pontos base, quando de manhã chegou a superar os 480 pontos base.

    Na Irlanda, os juros avançam 28,3 pontos para 8,919%, depois de terem chegado aos 8,929%. Uma subida que leva o prémio de risco para 652 pontos. Já em Espanha, a dívida avança 14 pontos base para 4,638%.

    Os juros da dívida de países como Portugal e Irlanda estão a subir, depois de a responsável pelas finanças de França ter expresso o seu apoio à proposta de Merkel. A líder do governo alemão defende que investidores em de dívida pública sejam chamados a pagar parte dos custos de um resgate a um país que necessite de reestruturar a sua dívida soberana.

    França e Alemanha impulsionam risco das economias periféricas

    A ministra das Finanças de Sarkozy expressou apoio à proposta alemã de que os investidores em dívida pública partilhem os custos de resgate a países que se encontrem insolventes.

    “Os comentários de Lagarde mencionaram reestruturação, e isso é mais um prego no caixão” da dívida periférica, disse o analista de obrigações do HSBC, Steven Major, à Bloomberg. “Ainda existe um enorme grupo de investidores que operadores que não reconheceram que uma reestruturação poderá acontecer”, acrescentou.

    Uma proposta inicialmente apresentada por Merkel e aprovada pelo parlamento alemão, que levou a taxa de juro das obrigações portuguesas e alemãs a subirem para máximos recorde nas últimas sessões.




    in JNeg
     
  17. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Analista do Nomura: "Os investidores estão a fugir da Irlanda"

    Analista do Nomura

    "Os investidores estão a fugir da Irlanda"


    A subida vertiginosa dos juros subjacentes às obrigações irlandesas é um sinal de que os investidores estão "a caminhar para a saída de emergência" porque não querem ficar "de mãos vazias". Esse sinal deve ser devidamente interpretado pelos políticos europeus.


    [​IMG]


    A advertência foi hoje feita por Paul Sheard, economista-chefe do banco de investimento Nomura, num dia em que as taxas de juro dos títulos da dívida irlandesa se têm mantido a escassas décimas de quebrar os 9%.

    As “yields” das obrigações irlandesas a dez anos chegaram esta tarde a atingir os 8,899%, o que representa um agravamento de 26,3 pontos base por comparação com o preço de encerramento na sessão de ontem.

    O “spread” face à dívida alemã – que mede o prémio de risco exigido pelos investidores para comprar dívida irlandesa em vez de germânica (referência na Europa, como sendo o activo mais seguro) – subiu também para um novo recorde, ao cifrar-se em 646,7 pontos base.

    Este agravamento é extensível a todos os prazos, com os juros reclamados pelos investidores a rondarem os 8%, mesmo nas maturidades mais curtas.

    Tal como em Portugal - onde as taxas de juro da dívida voltaram hoje a quebrar um novo recorde, ao romper os 7,2% - também em Dublin a bolsa se ressentiu fortemente da degradação das condições de financiamento do Estado, com as acções dos principais bancos (e principais responsáveis pela crise orçamental) a acumularem severas perdas. As acções do Bank of Ireland cederam 7,7% e as do Anglo Irish caíram 7,3%.


    Ajuda a caminho? Dublin garante que não

    Este ciclo vicioso – de perda de valor das obrigações reflectida nas acções dos bancos, que as têm entre os seus activos – pode acabar por forçar o Governo irlandês a pedir à Zona Euro e ao FMI.

    Hoje o ministro das Finanças, Brien Lehinan (na foto), insistiu que não está nos seus planos lançar nenhum SOS à comunidade internacional, garantindo ter os meios necessários para financiar as políticas públicas até Julho, altura em que terá de regressar ao mercado. Não obstante, os investidores continuam a subir o prémio de risco e a antecipar a necessidade de novas injecções de capital público na banca, que são já as responsáveis pelo défice astronómico de 32% do PIB com que as contas públicas irlandesas deverão encerrar o ano.

    O diário alemão de negócios “Handelsblatt” noticia hoje que a situação na Irlanda está a ser acompanhada de muito perto em Berlim, citando um responsável do Governo alemão que assegura estar tudo a postos para desbloquear “muito rapidamente” ajuda à Irlanda, caso esta se revele necessária.

    A União Europeia está pronta a ajudar a Irlanda "em caso de necessidade", afirmou já hoje em Seul o presidente da Comissão Europeia. "Acompanhamos a situação (...) e, em caso de necessidade, a União Europeia (UE) está pronta a apoiar a Irlanda", assegurou Durão Barroso numa conferência de imprensa, à margem da cimeira do G20, que hoje se iniciou na capital sul-coreana.




    in JNeg
     
  18. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    HSBC: "Comentários de Lagarde representam mais um prego no caixão"

    HSBC: "Comentários de Lagarde representam mais um prego no caixão"


    França e Alemanha estão a ser acusadas de estarem a impulsionar o risco das economias periféricas, com os juros da dívida pública de Irlanda, Portugal e Espanha a atingirem novos máximos.

    A ministra das Finanças de Sarkozy expressou apoio à proposta alemã de que os investidores em dívida pública partilhem os custos de resgate a países que se encontrem insolventes.

    “Os comentários de Lagarde mencionaram reestruturação, e isso é mais um prego no caixão” da dívida periférica, disse o analista de obrigaçõe[​IMG]s do HSBC, Steven Major, à Bloomberg. “Ainda existe um enorme grupo de investidores que operadores que não reconheceram que uma reestruturação poderá acontecer”, acrescentou.

    A proposta inicialmente apresentada por Merkel e aprovada pelo parlamento alemão, que levou a taxa de juro das obrigações portuguesas e alemãs a subirem para máximos recorde nas últimas sessões.

    Já se sabia que a França está ao lado da Alemanha nesta iniciativa, e hoje a ministra de Sarkozy confirmou isso mesmo. “Todos os intervenientes devem participar nos ganhos e perdas de qualquer situação em particular” disse Lagarde numa entrevista à Bloomberg. “Existem muitas, muitas formas de responder a este princípio”, acrescentou.

    Os comentários da responsável francesa são o apoio mais explícito à proposta do governo alemão de fazer os investidores participarem no custo de um resgate a países que se encontrem em situação de insolubilidade.

    Teixeira dos Santos pediu que as autoridades Europeias clarifiquem as condições do mecanismo da crise. "Temos de fazer um apelo ao nível europeu para que as instituições clarifiquem rapidamente e com a maior urgência, os termos em que este mecanismo vai funcionar".

    “Estão a tornar mais provável que países como Portugal e a Irlanda sejam forçados a reestruturar a sua dívida”, disse o responsável por estratégia de renda fixa do Investec Asset Management, John Stopford, à Bloomberg.

    A chanceler Angela Merkel pediu aos mercados financeiros compreensão no que diz respeito à sua proposta de reestruturações de dívida, reconhecendo que a posição do governo alemão está a gerar “conflitos”. “Por vezes peço aos mercados para compreenderem também a posição dos políticos”, disse Merkel num fórum empresarial em Seul esta manhã. “Só se nos entendermos poderemos estimular o crescimento económico”, acrescentou, segundo a Bloomberg.




    in JNeg
     
  19. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    BCE foi hoje ao mercado comprar dívida portuguesa

    BCE foi hoje ao mercado comprar dívida portuguesa


    Intervenção do banco central terá sido determinante para os juros da dívida pública terem aliviado dos máximos fixados esta manhã.


    [​IMG]


    O Banco Central Europeu comprou hoje dívida pública portuguesa, em montantes reduzidos, de acordo com a informação veiculada pela agência Bloomberg, que cita três operadores envolvidos na operação.

    A intervenção do BCE terá sido assim determinante para explicar o aliviar dos juros da dívida portuguesa na parte da tarde da sessão. Depois de esta manhã ter atingido um máximo nos 7,24%, a “yield” das obrigações do tesouro a 10 anos fechou o dia nos 7,03%, estável face ao fecho de ontem.

    Não terá sido o primeiro dia em que o BCE comprou dívida portuguesa, tendo a autoridade monetária utilizado este mecanismo para impedir maiores subidas nos juros que os investidores exigem para comprar dívida dos países periféricos.

    O BCE tem sido mais activo na dívida irlandesa, mas tal não impediu os juros da dívida do país de atingirem hoje hum novo recorde próximo dos 9%.




    in JNeg
     
  20. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Moody´s decide sobre corte do "rating" da Irlanda em Dezembro

    Moody’s decide sobre corte do "rating" da Irlanda em Dezembro


    A agência de notação financeira vai aguardar pela divulgação do plano orçamental para os próximos quatro anos.


    [​IMG]


    A Moody’s Investors Service disse esta quinta-feira que vai esperar pelo plano orçamental que a Irlanda vai divulgar no final deste mês e que engloba os próximos quatro anos. Só aí a agência norte-americana vai reavaliar o “rating” da Irlanda.

    “Queremos concluir a revisão ao longo do mês de Dezembro”, disse um porta-voz da Moody’s à Reuters.

    No início de Outubro, a agência de notação colocou o rating “Aa2” sob revisão de pendor negativo, antecipando um eventual “downgrade”.

    A Moody’s invocou, na altura, o impacto das necessidades adicionais de recapitalização do sistema financeiro, a incerteza em torno das perspectivas económicas e os elevados custos de financiamento.

    Os juros da Irlanda avançaram hoje 26,3 pontos base para 8,896% no prazo a 10 anos, depois de terem chegado aos 8,929%, recorde desde a entrada na Zona Euro.

    O programa de austeridade a apresentar até ao final de Novembro prevê a redução do défice orçamental para menos de 3% até 2014.

    Entre as três principais agências de “rating” internacionais, a Moody’s tem actualmente a notação de crédito mais elevada, oito degraus acima de a dívida irlandesa ser considerada “lixo” (junk). A S&P classifica a dívida irlandesa em sete níveis acima de “junk”, em AA-, ao passo que a Fitch tem uma nota inferior à da S&P, em A+.




    in JNeg
     
Engisat