Operação Furacão: António Mota ouvido no DCIAP e constituído arguido

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 3, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold


    Justiça

    Operação Furacão: António Mota ouvido no DCIAP

    Económico
    03/11/10

    O presidente da Mota-Engil está a ser ouvido no DCIAP no âmbito da Operação Furacão em que, segundo avança o Sol, foi constituído arguido.

    De acordo com o site do Sol, que não cita qualquer fonte, António Mota foi indiciado pela prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais num caso relacionado com a Operação Furacão, um dos mega processos da Justiça portuguesa que envolve centenas de empresários.

    A informação foi avançada já depois do fecho da bolsa. As acções da Mota-Engil encerraram a sessão de hoje a recuar 0,84% para 2,12 euros.




    in DE
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    António Mota já é arguido na "Operação furacão" há cerca de ano e meio

    António Mota já é arguido na "Operação furacão" há cerca de ano e meio


    O presidente do conselho de administração da Mota-Engil foi constituído arguido no processo “operação furação” há cerca de um ano e meio, altura em que a Mota-Engil foi indiciada neste caso, mas ainda não tinha sido ouvido pelas autoridades.


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    O Negócios sabe que António Mota foi convocado para a inquirição desta tarde no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) há cerca de um mês.

    Outros responsáveis da construtora que foram constituídos arguidos neste processo relacionado com a prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais já foram ouvidos.

    A Mota-Engil é uma das empresas investigadas neste caso, que envolveu buscas em 2005 a quatro bancos, tendo vindo, à semelhança de outras, a proceder à liquidação dos montantes reclamados pelo Fisco.




    in JNeg
     
  3. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    António Mota constituído arguido


    Justiça

    António Mota constituído arguido

    Económico
    03/11/10

    O presidente da Mota-Engil foi constituído arguido no âmbito da Operação Furacão, depois de cinco horas a ser ouvido no DCIAP.

    António Mota foi ouvido esta tarde no DCIAP, onde se encontrava desde o início da tarde, segundo avançou o site do Sol, acompanhado pelo advogado Daniel Proença de Carvalho.
    De acordo com a mesma fonte, o presidente da Mota-Engil foi indiciado pela prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais num caso relacionado com a Operação Furacão, um dos mega processos da Justiça portuguesa que envolve centenas de empresários.
    A Procuradoria-Geral da República (PGR), em resposta ao Económico, recusou comentar a audição do presidente do grupo Mota-Engil que decorreu no DCIAP.
    A informação foi avançada já depois do fecho da bolsa, num dia em que as acções da Mota-Engil encerraram a sessão a recuar 0,84% para 2,12 euros.
    A Operação Furação é o nome de uma mega-investigação que dura desde 2005 quando, no âmbito de buscas a quatro bancos, foi detectado um esquema de fuga ao fisco e branqueamento de capitais.



    in DE
     
  4. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    António Mota garante que o grupo regularizou dívidas ao Fisco em 2007

    "Operação furacão"

    António Mota garante que o grupo regularizou dívidas ao Fisco em 2007


    Actual "chaiman" da Mota-Engil foi ontem ouvido pela primeira vez no DCIAP.


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    O presidente do conselho de administração da Mota-Engil, que foi ontem ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) no âmbito da Operação Furacão, garantiu ao Negócios que o grupo "regularizou em 2007 todos os montantes reclamados pelo Fisco", não avançando, contudo, quais os valores em causa.

    António Mota, que era na altura dos factos o presidente executivo do grupo, ainda não tinha sido ouvido no âmbito deste processo, ao contrário de outros responsáveis da empresa, que foram também constituídos arguidos, e que já tinham prestado declarações.




    in JNeg
     
  5. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Soares Franco e António Mota arguidos na Operação Furacão


    Justiça

    Soares Franco e António Mota arguidos na Operação Furacão

    04/11/10

    Operações de planeamento fiscal na base dos esclarecimentos pedidos pelo DCIAP.

    Filipe Soares Franco, presidente da construtora Opway, foi constituído arguido por indícios de crime de fraude fiscal no âmbito da Operação Furacão. O empresário foi ouvido, em Outubro, no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) pela equipa de investigação sobre operações de planeamento fiscal. Já ontem, António Mota, presidente da Mota Engil foi ouvido durante cerca de duas horas e meia no DCIAP, tendo sido igualmente constituído arguido.
    "Estou constituído arguido no âmbito da Operação Furacão relativamente a operações de planeamento fiscal", revelou ao Diário Económico Soares Franco, não adiantando se as questões fiscais se prendem com a Opway, surgida da fusão da OPCA com a SOPOL. O empresário recorda que a investigação, desencadeada em 2005, se trata essencialmente de "um problema fiscal", tendo havido outras pessoas que foram constituídas arguidas, que também foram "ludibriadas" por gabinetes de advogados.
    Soares Franco adianta, porém, que a sua convicção é a de que, "relativamente ao processo em que estaria envolvido, o assunto estará resolvido".
    Já, ontem, António Mota, presidente da Mota-Engil, foi ouvido ao longo da tarde no DCIAP pelo procurador Rosário Teixeira, também no âmbito da Operação Furacão, e acabou por ser constituído arguido por indícios da prática de crimes de fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais.



    in DE
     
  6. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    António Mota dá acordo à suspensão do processo

    Operação Furacão

    António Mota dá acordo à suspensão do processo


    Mota-Engil considera não ter havido fraude fiscal nas operações objecto da investigação, mas sublinha o facto de ter tomado a iniciativa de regularizar a situação.


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    A Mota-Engil esclareceu hoje, um dia depois de António Mota ter sido ouvido no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) que o actual "chairman" do grupo "prestou todos os esclarecimentos que lhe foram solicitados pelo Ministério Público e deu o seu necessário acordo à suspensão do processo".

    A suspensão provisória do processo é uma possibilidade que tem sido proposta às empresas que regularizem o pagamento de impostos em dívida, que exige a sua concordância.

    Em comunicado, a empresa confirma que "António Mota foi ontem ouvido no processo conhecido por 'Operação Furacão' sobre questões de natureza fiscal relativas ao grupo".

    E sublinha que "embora a empresa e os seus consultores e advogados considerem não se verificar fraude fiscal nas operações objecto da investigação, a empresa tomou ela própria a iniciativa de regularizar a situação segundo os critérios definidos pelo Ministério Público para a suspensão do processo, de harmonia com a prática que vem sendo seguida com a generalidade das empresas envolvidas na mesma investigação".



    in JNeg
     
  7. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    "É um contra-senso terem-me ligado ao António Mota"


    Soares Franco

    "É um contra-senso terem-me ligado ao António Mota"

    Económico com Lusa
    04/11/10

    O empresário afirma que os esclarecimentos que prestou recentemente no DCIAP não estão relacionados com a Opway, construtora de que é presidente.


    "A minha audição no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) é um processo antigo e pequeno, que em nada tem a ver com a Opwai, nem com a Mota-Engil. Eu acho um contra-senso terem-me ligado ao António Mota [presidente da Mota-Engil], que foi ouvido na quarta-feira no DCIAP", disse Soares Franco, que falava à margem do IV Fórum Construção, que se realiza em Lisboa.
    Em resposta a uma questão da agência Lusa, fonte ligada à Opway esclareceu posteriormente que Soares Franco foi ouvido no DCIAP no âmbito do processo da Operação Furacão.
    A Operação Furacão é um megaprocesso de fraude fiscal que já envolveu centenas de empresas. As primeiras buscas foram feitas em 2005 e levaram à constituição de mais de 500 arguidos, por suspeita de, com facturação falsa, terem colocado no estrangeiro vários milhões de euros, através da utilização de serviços bancários e de outras instituições financeiras.
    "Eu já fui ouvido no DCIAP há muito tempo, há cerca de um mês, um mês e tal, e julgo que o processo está praticamente encerrado, julgo mesmo que estará concluído antes do final do ano", salientou à Lusa.
    O presidente da Mota-Engil, António Mota, também foi constituído arguido para poder prestar declarações em representação da empresa, no âmbito do processo Operação Furação.
    "Evidentemente que [António Mota] teria de ser constituído arguido para poder prestar declarações em representação da empresa no processo [Operação Furacão], que está no fim e é para ser encerrado", disse na quarta-feira o advogado Daniel Proença de Carvalho, à saída DCIAP, em Lisboa, acompanhado de António Mota, que não prestou declarações.
    Proença de Carvalho disse ainda que "a empresa regularizou toda a situação fiscal que está em causa há vários anos", desde 2005.
    Sobre a audição de António Mota, o advogado explicou também que o seu constituinte "prestou alguns esclarecimentos para encerrar o processo".
    A procuradora geral adjunta Cândida Almeida, que dirige o DCIAP, disse que o Estado já recuperou 100 milhões de euros no decurso desta operação, uma vez que as empresas podem obter a suspensão provisória do processo através do pagamento da quantia em dívida ao Estado.



    in DE
     
  8. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    António Mota é arguido em dois processos da Operação Furacão

    Justiça

    António Mota é arguido em dois processos da Operação Furacão

    05/11/10


    As acções de planeamento fiscal envolvem, diz o Ministério Público, colocação de capitais em sociedades ‘offshore’ ligadas a António Mota e à empresa. Há dois processos autónomos.

    O Ministério Público tem dois processos autónomos a correr contra António Mota, presidente da Mota-Engil, no âmbito da Operação Furacão, avançou ao Diário Económico fonte do MP. Os investigadores abriram um processo a título pessoal, referente a acções de planeamento fiscal que envolverá a colocação de capitais em sociedades ‘offshore', associadas a contas pessoais. E outro processo que envolve a construtora também devido à transferência de capitais para paraísos fiscais, por intermédio de bancos e facturação falsa, mas com contas referentes à empresa, revelou a mesma fonte.
    Em ambos os processos recaem as mesmas suspeitas de crime: fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais, com base nas quais o empresário foi constituído arguido. Confrontado com a existência de dois processos autónomos, o advogado do empresário, Daniel Proença de Carvalho, recusa prestar declarações. E remete a questão para um comunicado divulgado, ontem, ao final do dia pela Mota-Engil, onde se dá conta que António Mota foi ouvido, na quarta-feira passada, no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) "sobre questões de natureza fiscal relativas ao Grupo". O comunicado salienta ainda que "embora a empresa e os seus consultores e advogados considerem não se verificar fraude fiscal nas operações objecto da investigação, a empresa tomou ela própria a iniciativa de regularizar a situação segundo os critérios definidos pelo MP para a suspensão do processo, de harmonia com a prática que vem sendo seguida com a generalidade das empresas envolvidas na mesma investigação".
    Quarta-feira, António Mota prestou esclarecimentos no DCIAP relativos a divergências quanto aos montantes da dívida fiscal apurados pelo MP e os que foram assumidos pela Mota-Engil.



    in DE
     
  9. dirtytuga

    dirtytuga Membro Li-ion

    Tudo bons rapazes e empresários de respeito na nossa sociedade.
    Quem governa Portugal Há umas décadas?
    O PS e o PSD? Mentira.
    A CORRUPÇÂO é a resposta certa.
    LOL
     
LMPC