PETRÓLEO - Notíçias de 05/11/2010

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 5, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Petróleo negoceia no valor mais alto dos últimos dois anos nos EUA


    Matéria-prima tem estado a subir. As medidas da Fed para animar a economia foram o última novidade que os mercados acolheram com entusiasmo, levando o petróleo para máximos de Outubro de 2008.


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    O West Texas Intermediate (WTI) sobe 0,62% para 87,03 dólares, tendo chegado a negociar nos 87,22 dólares, o que corresponde ao nível mais alto dos últimos dois anos.

    O Brent, que é a referência para Portugal, avança 0,70% para 88,62 dólares por barril.

    A subida do petróleo tem estado a ser sustentada pelas medidas da Reserva Federal (Fed) dos EUA, que aprovou, na quarta-feira, a compra de mais de 600 mil milhões de dólares em activos e o reinvestimento de até 300 mil milhões de dólares até Junho.

    Esta medida tem como objectivo ajudar a reanimar a economia. Se se confirmar a recuperação económica, as famílias tendem a consumir mais, incluindo combustíveis. E essa é a principal razão para a subida dos preços do petróleo.

    Além, deste factor, a moeda norte-americana tem estado a cair e a negociar em mínimos de nove meses face ao euro, o que também está a puxar pelo petróleo nos mercados internacionais. Quando a nota verde desvaloriza, os activos denominados em dólares ficam mais atractivos como investimento alternativo, o que está a ser o caso.

    O JPMorgan e o Merrill Lynch vêem o crude nos 100 dólares por barril, mas OPEP acha que se ficará pelos 90 dólares.




    in JNeg
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Petróleo aproxima-se de máximos de dois anos

    Petróleo aproxima-se de máximos de dois anos


    O crude negoceia em alta, animado pelos bons dados do emprego nos EUA. Em Londres, ganha mais de 9% no acumulado do ano.


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    Os preços do petróleo estão em terreno positivo, perto de valores de há dois anos, impulsionados pela divulgação de que, em Outubro, foram criados mais empregos do que o previsto nos Estados Unidos.

    O contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos, segue a ganhar 0,30% no mercado de Nova Iorque, para 86,75 dólares por barril, depois de já ter estado nos 87,22 dólares – o valor mais elevado em mais de dois anos. No acumulado do ano, o WTI valoriza 9,2%.

    Por seu lado, o contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, valoriza 0,09% em Londres, para 88,08 dólares por barril, tendo estado já hoje a fixar-se nos 88,80 dólares (a disparar 2,08%). Desde Janeiro, o Brent já sobe 12,9%.

    Esta é assim a quinta sessão consecutiva de subidas, apesar de mais ligeiras do que ontem. Na sessão de ontem, o “ouro negro” foi sustentado pela queda do dólar e pelas medidas de relançamento económico anunciadas ontem pela Fed.

    Este desempenho fez com que o JPMorgan e o Merrill Lynch previssem que o crude estará nos 100 dólares por barril, mas OPEP acha que se ficará pelos 90 dólares.

    Recorde-se que a Reserva Federal anunciou anteontem medidas adicionais para estimular a economia norte-americana, que é a maior consumidora mundial de crude, o que contribuiu para animar as cotações da matéria-prima.

    Além, disso, a moeda norte-americana esteve em mínimos de nove meses face ao euro, o que também puxou pelo petróleo nos mercados internacionais. Quando a nota verde desvaloriza, os activos denominados em dólares ficam mais atractivos como investimento alternativo.

    Hoje, o dólar está a ganhar mais de 1% face ao euro, a corrigir das recentes quedas, mas o bom dado sobre o mercado de trabalho nos EUA está a compensar o efeito cambial.




    in JNeg
     
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