PETRÓLEO - Notíçias de 10/11/2010

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 10, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold


    Crude

    Petróleo regressa aos 100 dólares apenas em 2015


    10/11/10

    China será a responsável pela subida dos preços.

    "A era do petróleo barato acabou". A garantia é dada pela Agência Internacional de Energia (AIE) no "World Energy Outlook 2010", publicado ontem. O aumento do consumo energético na China empurrará a cotação do ouro negro para os 100 dólares por barril em 2015.
    A AIE prevê uma elevada volatilidade dos preços do petróleo no curto prazo, mas antecipa uma recuperação a longo prazo, podendo o barril atingir os 113 dólares em 2035 ou, num cenário mais pessimista, aproximar-se dos 140 dólares. Actualmente, a cotação do crude ronda os 88 dólares, longe do máximo histórico de 146 dólares. E é preciso recuar a Setembro de 2008 para ver o petróleo a negociar acima do patamar de 100 dólares.



    in DE
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Petróleo sobe com inesperada queda das reservas nos EUA


    Os preços do petróleo inverteram para terreno positivo, animados pela queda das reservas na semana passada nos EUA.


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    O “ouro negro” segue a negociar em alta, com o Brent perto dos 89 dólares por barril, devido à diminuição dos dos inventários de crude na semana terminada a 5 de Novembro, quando se esperava um aumento.

    O contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos, segue a ganhar 0,81% no mercado de Nova Iorque, para 87,42 dólares por barril. Antes da divulgação dos dados relativos aos “stocks”, o WTI negociava nos 86,66 dólares.


    Por seu lado, o Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, valoriza 0,44% em Londres, para 88,72 dólares por barril.

    De acordo com a informação divulgada hoje pelo Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude caíram em 3,27 milhões de barris na semana passada, para um total de 364,9 milhões, quando os 15 analistas inquiridos pela Bloomberg apontavam para um aumento médio de 1,5 milhões de barris.

    Os inventários de gasolina, por seu lado, desceram em 1,91 milhões de barris no mesmo período, quando a previsão era de uma queda de um milhão de barris.

    Quanto aos “stocks” de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – registaram um decréscimo de 4,97 milhões de barris, contra a projecção de uma redução de dois milhões de barris.

    “Este relatório foi bastante ‘bulllish’”, comentou à Bloomberg o presidente da Prestige Economics LLC, Jason Schenker. “Estes números foram uma surpresa. A conjugação de um forte aumento da utilização pelas refinarias e de uma queda das importações levou a uma substancial redução das reservas”, acrescentou.




    in JNeg
     
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