Prejuízos do BPN caem para metade

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 10, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Até Setembro

    Prejuízos do BPN caem para metade


    O Banco Português de Negócios (BPN) perdeu 42,2 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. O "buraco" da instituição subiu ligeiramente, para 2,05 mil milhões. No último ano, o BPN perdeu 700 milhões em depósitos.


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    As perdas do BPN ascenderam a 42,2 milhões de euros no final do terceiro trimestre deste ano, o que representa menos de metade dos prejuízos registados a 30 de Setembro de 2009. Esta evolução reflectiu, sobretudo, a de custos e a redução das provisões e imparidades.

    Os gastos de estrutura caíram15%, para 143 milhões, em resultado da diminuição dos custos de pessoal (5,2%), das despesas administrativas (25,6%) e também das amortizações (18%). Só aqui, a gestão conseguiu poupar 24 milhões.

    As imparidades e outras provisões recuaram quase 40%, para 34,2 milhões. Uma diminuição conseguida maioritariamente nas imparidades para crédito, que desceram 35,5%, para 51,5 milhões.

    Depósitos diminuíram mais de 700 milhões

    A nível de negócio, o banco continua a perder depósitos. Face a Setembro, os recursos de clientes sofreram uma queda de mais de 700 milhões, ou seja, 19,2%, para 3,03 mil milhões. Já no crédito, verificou-se uma estabilização da carteira, em redor de sete mil milhões.

    Em termos de balanço, a acumulação de prejuízos de trimestres anteriores resultou numa subida marginal das insuficiências de capital do BPN, que se fixaram em 2,05 mil milhões.




    in JNeg
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    BPN reduz prejuízos para metade


    Resultados

    BPN reduz prejuízos para metade

    10/11/10

    Foram hoje revelados os resultados do banco nacionalizado entre Janeiro e Setembro deste ano.

    O BPN registou prejuízos nos primeiros nove meses do ano de 42,2 milhões de euros, cerca de metade dos obtidos em igual período do ano passado, que foram de 87 milhões.
    As receitas continuam estagnadas e foi nos custos que o banco conseguiu melhorar os resultados, tendo os gastos caído 15%.
    O buraco financeiro do banco atingiu, em Setembro, os dois mil milhões de euros.
    Os recursos de clientes caíram 19,2% e no crédito houve uma estagnação.
    Os números aparecem numa altura em que está em curso a reprivatização do banco nacionalizado no final de 2008. O valor mínimo de oferta são 180 milhões de euros e o prazo termina a 30 de Novembro, tendo sido adiado já por uma vez por falta de propostas.



    in DE
     
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