Rota dos Vinhos deve ser alargada

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 2, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold


    Vitivinícultura

    Rota dos Vinhos deve ser alargada


    02/11/10

    Paulo Osório (IVDP) e Laura Regueiro (Quinta da Casa Amarela) estão em sintonia.

    A Rota dos Vinhos do Douro - uma iniciativa que pretende estabelecer uma ligação entre a produção de vinhos da região vitivinícola mais velha do mundo e o turismo - pretende atingir a curto/médio prazos um universo de 100 associados - disse, durante a conferência, o vice-presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP), Paulo Osório. Neste momento, o número de aderentes é de 80 - sendo que, no seu início (na década passada), a rota contava com 50 associados - e o balanço da sua actividade é, para Paulo Osório, claramente positivo.
    É que, disse, apesar da existência de algumas dificuldades - nomeadamente em termos legislativos - a iniciativa tem sido de facto um esteio ao desenvolvimento da ligação ente vinho e turismo, permitindo, por um lado, a divulgação da principal actividade económica da região; e, por outro, abrindo portas a uma diversificação que, apesar de tudo, faz todo o sentido.



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  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    ‘Wines of Portugal’ é fundamental para a internacionalização


    Conferência

    ‘Wines of Portugal’ é fundamental para a internacionalização

    02/11/10

    As exportações de vinhos portugueses estão crescer, mas a utilização da marca ‘Wines of Portugal’ poderá potenciar ainda mais as vendas ao exterior.

    Portugal ainda não é conhecido como produtor de vinhos, embora as exportações registem evoluções favoráveis. E num momento em que o crescimento da economia portuguesa está muito dependente do sucesso das exportações, a marca ‘Wines of Portugal' poderá fazer toda a diferença.
    "É fundamental para a internacionalização dos vinhos portugueses" e "indispensável para alavancar a exportação" disse, de forma categórica, Francisco Borba, presidente da ViniPortugal, na conferência "Sector Vitivinícola em Portugal - Uma perspectiva empresarial", que decorreu na passada quinta-feira, em Braga, sob a égide do Montepio e do Diário Económico.
    Francisco Borba salientou a "necessidade de posicionar Portugal como um país produtor de vinhos", para que se possa evitar que nas prateleiras dos supermercados os vinhos portugueses estejam "misturados com os outros". "A nossa mensagem tem de ser ‘Portugal is wine'", frisou o presidente da ViniPortugal. A marca umbrella ‘Wines of Portugal' irá permitir essa diferenciação, acredita.
    Como referiu, a marca tem de servir para "associar Portugal a vinhos diferenciados e de alta qualidade, com um excelente ratio qualidade/preço" e também "a imagem de Portugal a vinhos com estilo e sabor próprios". Francisco Borba está convicto que poderá "ter um efeito imediato se for bem comunicada e uma abrangência completa e total ao mercado global". Mas não deixa de advertir que "sem a contribuição dos agentes económicos a marca pode não ter o impacto e o progresso que desejamos".



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