Taxas Euribor - Notícias de 15/11/2010

Discussão em 'Economia e Finanças' iniciado por JuizDidi, Novembro 15, 2010.

  1. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold


    Juros

    Euribor estabilizam nos prazos mais longos


    15/11/10

    As maturidades europeias a seis e 12 meses não sofreram variações, ao passo que a taxa a três meses desceu pela segunda sessão.

    A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo de juros do crédito à habitação, ficou pela segunda sessão nos 1,276%, enquanto o prazo a 12 meses continuou nos 1,546% pelo quinto dia consecutivo.
    Estes dois indexantes não descem há mais de uma semana e estão em máximos de 16 meses, tendo-se distanciado da taxa de juro de referência do BCE, que está no mínimo recorde de 1% desde Maio de 2009.
    A contrariar esta tendência está a taxa a três meses, que serve de referência no cálculo dos juros dos Certificados de Aforro, e que recuou hoje para 1,048% na segunda sessão consecutiva em queda.



    in DE
     
  2. JuizDidi

    JuizDidi Staff Moderador Temático Membro Gold

    Euribor recuam nos prazos de um e três meses e permanecem inalteradas nos restantes

    Euribor recuam nos prazos de um e três meses e permanecem inalteradas nos restantes


    As taxas Euribor recuaram hoje no prazo de um e três meses e permaneceram inalteradas nas restantes maturidades.


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    A taxas interbancárias recuaram 0,1 pontos base no prazo de três meses para 1,048%, enquanto na taxa de um mês declinaram 0,2 pontos base para 0,850%.
    Nos restantes prazos as taxas permaneceram inalteradas. O custo que os bancos cobram para se financiar mutuamente permaneceu nos 1,276% na taxa a seis meses e ficou nos 1,415% na taxa a nove meses. A Euribor 12 meses permaneceu nos 1,546%.

    As taxas Euribor têm vindo a estabilizar após as subidas registadas desde o final de Março, altura em que o sistema financeiro iniciou um período do regresso ao mercado de financiamento interbancário.

    A subida do custo que os bancos cobram para se financiarem mutuamente tem vindo a subir devido ao regresso das instituições ao mercado monetário, depois de um período em os receios relativos contágio do risco de incumprimento da dívida soberana os levou a retraírem-se dos mercados de crédito. Isto combinado com a medida extraordinário de combate à crise do Banco Central Europeu, que assegurou as necessidades de financiamento dos bancos, levou as taxas de juro a fixarem mínimos históricos durante este ano.

    Com a expectativa de retirada de algumas das medidas de apoio à banca e com menores receios relativos a um eventual incumprimento da dívida soberana, as instituições financeiras têm vindo a regressar ao mercado de financiamento interbancário, impulsionando a procura e os custos de financiamento. Um movimento que levou a Euribor três meses a ultrapassar o nível de 1%, fixado pelo BCE para a taxa de referência da Zona Euro, sinalizando a normalização do mercado da dívida.



    in JNeg
     
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